25 de jun. de 2009

A Filha de Jairo

Jesus e seus discípulos tinha acabado de chegar na cidade! Todos estavam animados. Um homem chamado Jairo correu até Jesus. Ele era um mestre da sinagoga.

Jairo caiu aos pés de Jesus. “Jesus!” Jairo chamou, “minha filha está morrendo. Por favor, venha e coloque suas mãos sobre ela. Então ela ressussitará e viverá”.


Jesus e seus discípulos seguiram Jairo naquele mesmo instante. Enquanto eles caminhavam, os mensageiro vieram da casa de Jairo. “Jairo”, os mensageiros disseram, “sentimos muito por trazermos más notícias, mas sua filha morreu. Você não precisa mais tomar o tempo de Jesus”.
Jairo ficou com seu coração partido. Sua filha estava morta! Ele se atrasou demais! Mas Jesus não considerou o que os mensageiros disseram. Ele disse a Jairo: “Não tenha medo. Você simplesmente tem que acreditar, e sua filha ressussitará.”

Eles continuaram seu caminho até a casa de Jairo. Eles ouviram pessoas que choravam alto. Jesus começou a conversar com aqueles que estavam chorando. “Por que vocês estão chorando? Ela está só dormindo.” Aqueles que estavam chorando começaram a rir do que Jesus tinha dito porque eles sabiam que a menina estava morta. Jesus pediu que todos saíssem.

Jesus disse a Pedro, Tiago e João para entrarem com ele, junto com Jairo e sua esposa. Eles foram todos juntos até o quarto da menina. Jesus olhou a menina com amor, tocou a sua mão e disse: “Menininha, levante-se!”


No mesmo instante a menina voltou à vida! Ela se levantou e caminhou pelo seu quarto. Seus pais estavam maravilhados! Jesus disse a eles: “Dêem algo para ela comer”.


ALGUNS DESENHOS E ATIVIDADES:








18 de jun. de 2009

Jogo da velha

Tema: aliança do cordeiro
Material: giz ou tijolo para riscar
Objetivo: Fazer três marcas seguidas no desenho ou vertical, horizontal ou diagonal

Regras

1- Dois jogadores: um joga com o símbolo da cruz (+) outro com a aliança (O)
2- Um de cada vez ir colocando seu símbolo nas casas tentando fazer três seguidos e, ao mesmo tempo, evitando que o outro faça.
3- Completando as nove casas do desenho, se os jogadores não conseguirem formar três símbolos seguidos é a velha aliança e ninguém ganha ponto.
4- Ao conseguir formar três símbolos seguidos é a nova e eterna aliança.acaba a partida e este ganha o ponto.
5- Após nove partidas ganha quem tem mais pontos.



Pregação

Deus ensinou três vezes a alianças com seu povo no velho testamento:

1° Através de Noé (Gn 9, 11-13) sinal: arco-íris.
2° Através de Abraão (Gn 17, 9-14) sinal: circuncisão.
3° Através de Moisés (Ex 19, 1-6) sinal: mandamentos

Um cordeiro era morto para celebrar a aliança. Jesus é a nova e eterna aliança. Fez-se cordeiro pascal: é a aliança definitiva. Hebreus 9 e 10.

17 de jun. de 2009

Jesus acalma a tempestade
















Você tem experiência?

SUCESSO DE REDAÇÃO.
CARGO MERECIDO NA Wolksvagem

Você tem experiência?
Num processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam
responder a seguinte pergunta: Você tem experiência?
A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e ele com certeza será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia, e acima de tudo por sua alma.

REDAÇÃO VENCEDORA:

Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar.
Já me queimei brincando com vela.
Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto.
Já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista.
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.
Já passei trote por telefone.
Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.
Já roubei beijo.
Já confundi sentimentos.
Peguei atalho·errado e continuo andando pelo desconhecido.
Já raspei o·fundo da panela de arroz carreteiro.
Já me cortei fazendo a·barba apressado.
Já chorei ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as
mais difíceis de se esquecer.
Já subi escondido no·telhado pra tentar pegar estrela.
Já subi em árvore pra roubar fruta.
Já caí da escada de bunda.
Já fiz juras eternas.
Já escrevi no muro da escola.
Já chorei sentado no chão do banheiro.
Já fugi de casa para sempre, e voltei no outro instante.
Já corri pra não deixar alguém chorando.
Já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado.
Já me joguei na piscina sem vontade de voltar.
Já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios.
Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro.
Já tremi de nervoso.
Já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de
alguém especial.
Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.
Já apostei em correr descalço na rua.
Já gritei de felicidade.
Já roubei rosas num enorme jardim.
Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um para
sempre pela metade.
Já deitei na grama de madrugada vi a Lua virar Sol.
Já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam
novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.
Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da
emoção, guardados num baú, chamado coração.
E agora um formulário me interroga? Me encosta à parede e grita:
Qual sua experiência? .
Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência.
Experiência.. . Será que ser (plantador de sorrisos) é uma boa
experiência? Não!
Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!
Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta
pergunta:
Experiência? Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?


VITÓRIA DE DEUS EM NOSSAS VIDAS!!!






14 de jun. de 2009

A vida em suas mãos

Conta uma história que uma jovem senhora morava com as suas duas filhas. Elas eram curiosas e inteligentes e sempre faziam muitas perguntas. Algumas a mãe sabia responder, outras não. Em meio a tantas perguntas, ela decidiu levar as meninas para a casa do avô que morava em um sítio próximo à cidade. Este, cercado de tantas perguntas diárias, decidiu levá-las para conversar com um sábio que morava no meio da floresta. O sábio respondia todas as perguntas, sem hesitar, por isso elas resolveram inventar uma pergunta que ele não soubesse responder. A irmã mais velha apareceu com uma linda borboleta azul nas mãos e a menor indagou-lhe: “O que você vai fazer?” Ela respondeu: “Vou esconder esta borboleta em minhas mãos e perguntar a ele se ela está viva ou morta. Se ele disser que está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim, qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!” As duas meninas foram ao encontro dele e a mais velha explicou: “Tenho uma linda borboleta azul em minhas mãos. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?” Calmamente, o sábio sorriu e respondeu: “Se ela está em suas mãos, só depende de você!” Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro. Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado porque temos o direito de livre escolha.

O melhor amigo

Uma fagulha, uma rajada, e um incêndio se alastra. No velho pardieiro o inferno cresce. Na fuga alucinada, a maldição em prece. A tétrica expectativa dos bombeiros. Um grito rasga a noite. Infantil, desesperado, como um açoite na alma da multidão. Mas onde coragem para a salvação de um ser que implora? Os homens se agitam, as mulheres choram, mas arriscar a vida, só o amor paterno. A criança que perece é Jaime, um menino abandonado que vende jornais nas esquinas. Pobre menino! Então, enorme como um gigante, impassível como uma estátua, um vulto se destaca. Um varredor lança-se em meio às chamas e volta com o menino nos braços, num belo exemplo de amor. Um herói! Nas mãos dilaceradas, na face contraída, em seu olhar há um brilho de felicidade. Jaime está salvo! O menino que vendia notícias é notícia nos jornais. Os repórteres fizeram a caridade publicitária e agora, o tribunal decide o destino da criança renascida. Levanta-se um casal. “Podemos dar-lhe um lar, senhor Juiz! Nós somos ricos, não temos filhos! Ele terá dinheiro, viagens, colégios. Ele será feliz! Ah! Jaime sonha boquiaberto. “Meu Deus! Um lar, papai, mamãe, brinquedo, cobertor, conforto”. Ele que vivia meio morto, dormindo ao relento, quase pedindo esmolas. Mas da platéia levanta-se a rude voz do varredor de ruas. “Senhor juiz, eu quero o menino!” Ah! Vê-se a reprovação em cada olhar. Ele sabe que vai perder, mas sorri com esforço, contraindo a horrível cicatriz no rosto. Estende para o menino as mãos cobertas de ataduras. Jaime, emocionado ao ver as mãos indaga: “O que foi? Quem machucou você? Por que teu rosto é assim? Por que?” E como se dissesse a coisa mais natural do mundo, responde o varredor de rua: “São as marcas do meu amor. Foi o fogo quando eu salvei você!”A criança esquece o tribunal, os futuros pais ricos, o juiz que lhe pede silêncio e lança-se ao pescoço do homem que enfrentara a morte, e que não temera o fim, e grita entre soluços: “Senhor juiz, me deixa ir com ele. Eu o amo. Ele sofreu por mim!” É a criança mais feliz do mundo! Não terá dinheiro, viagens, colégios, nada. Mas terá um grande amigo, o melhor presente para o coração! Agora eu quero falar contigo porque sinto o teu drama. Eu sei que o mundo te chama, e tudo, tudo o que ele te oferece é mais forte que a tua fé. Talvez uma mulher bonita, que numa frase maldita te oferece prazer e emoção. Talvez o dinheiro fácil e o orgulho que te domina, o vício que te assassina e corrompe o teu coração. Seja qual for a tua história, eu só te aponto um caminho. Vai amigo, sobe o Calvário sozinho e contempla ali aquela cruz. Aquela maior, a do meio, porque é nela que morre e é daquela que escorre o sangue santo de Jesus. Escuta cá embaixo, ocultando a fama, o vício, a ruína e o prazer, lá do alto da colina, Jesus a te dizer: “As feridas das minhas mãos são as marcas do meu amor. Para arrancar-te do inferno e para dar-te gozo eterno, Eu aceitei toda a dor. Foi por amor que eu derramei o meu sangue, rasgando a cortina que ocultava o céu. Eu morri por teu pecado e foi só por ele que eu fiquei marcado. Mas o céu é teu. Eternamente teu!”Agora faça a tua escolha amigo, entre os bens da terra e a graça de Jesus. Mas, lembra-te antes: as duas mãos marcadas, feridas, dilaceradas por teu pecado, sangrando lá na cruz. Por isso escolhe hoje receber Jesus. Ele é o único caminho que conduz a Deus (João 14.6). Autor desconhecido

Nós colhemos aquilo que plantamos

Conta uma história que certo ancião foi viver com seu filho, sua nora e o netinho de apenas cinco anos. Devido à idade bastante avançada, suas mãos tremiam muito e a sua visão era embaralhada, o que tornava muito difícil o ato de comer. Era comum vê-lo tentar se alimentar sozinho e derrubar o alimento por causa dos tremores e da pouca visão. Num determinado dia, durante o almoço, o velho homem derrubou várias vezes a comida e ao tentar beber o suco, virou o copo sobre a mesa. A bagunça irritou fortemente seu filho e nora. Eles disseram: “Nós temos que fazer algo em relação ao vovô, pois já tivemos bastante comida derramada pelo chão”. Assim, eles prepararam uma mesa pequena e o colocaram sozinho no canto da sala. Por ele ter quebrado um ou dois pratos, sua comida passou a ser servida numa tigela de madeira. Às vezes, o casal olhava de relance na direção do vovô, e percebia que havia lágrimas em seus olhos, mesmo assim, as únicas palavras que dirigiam para ele eram duras advertências por causa da comida derramada. O neto observava tudo em silêncio. Uma noite, antes da ceia, o casal notou que seu filho estava brincando no chão com sucatas de madeira. O pai perguntou docemente para a criança. “O que você está fazendo, filhinho?” Em sua simplicidade e inocência, ele respondeu: “Eu estou fabricando uma pequena tigela para você e a mamãe comerem sua comida quando eu crescer”. Ele sorriu e voltou a brincar, mas aquelas palavras golpearam os duros corações daqueles pais. Por um instante, eles permaneceram mudos, enquanto as lágrimas rolavam em seus rostos. Eles sabiam exatamente o que tinham feito e o que deveriam fazer. Naquela noite, o filho arrependido pegou o pai pelas mãos, e com suavidade, o conduziu à mesa, e pelo resto de seus dias, ele comeu junto de sua família. Esta história nos faz pensar na importância de selecionarmos cuidadosamente as sementes que lançamos pelo caminho. A Palavra de Deus afirma que “tudo o que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6.7). Em outras palavras, a sua vida foi, é e sempre será aquilo que você mesmo a tornar. Se você deseja colher amor, plante-o na vida de outras pessoas. Faça para elas aquilo que você gostaria que elas fizessem para você! Semeie amor e você colherá amor, semeie desprezo e você colherá desprezo, inevitavelmente. As leis do retorno e da semeadura são bíblicas e funcionam. Pratique-as e ensine-as para os seus filhos. As crianças são notavelmente perceptivas, puras e simples. Quando elas nos vêem semeando a paz e harmonia dentro de nossos lares, elas imitarão esta atitude pelo resto de suas vidas. Salomão escreveu: “Ensina a criança no caminho que deve andar e quando envelhecer ela não se desviará dele” (Provérbios 22.6). Uma semana abençoada para você e sua família.

10 de jun. de 2009



Já pensou em como Deus oraria o Pai Nosso ?. . . Talvez fosse mais ou menos assim:
"Meu filho que estás na Terra.
Preocupado, solitário, desorientado.
Eu sei perfeitamente teu nome, e o pronuncio santificando-o, porque te amo. Não estás só.

Te oferecerei a benção de habitar um plano onde juntos construiremos o Meu Reino. Do qual tu serás o herdeiro.

Agrada-me que faças a minha vontade. Porque a minha vontade é que tu sejas feliz, tanto nas tuas vivências na Terra, quanto na construção do céu em teu coração.

Conta sempre comigo e terás o pão para hoje. Não te preocupes. Peço-te somente que o compartilhes com teus irmãos do caminho.

Sabes que te perdôo de todas as tuas ofensas, inclusive antes que as cometas. Porque espero que faças o mesmo com aqueles que te ofendem.

E assim aprendas a nunca cair em tentação. Agarra-te com força em minha mão e Eu te livrarei do mal.

Te amando hoje e sempre. Assim se faça."