FONTE: RCC Brasil
Uma das formas mais cruéis de desprezar um ser humano é ignorar sua presença. Como sofrem nossos pequeninos quando se referem a eles como alguém que vai existir e para serem aceitos imprimem como exigência que se comportarem como adultos. É gritante ver crianças cantando músicas que nem sequer sabem o sentido de suas letras. É gritante ver miniadultos vestidos com sensualidade que nem lhe são peculiar. É gritante pais cristãos corrigirem seus filhos dizendo “você parece criança”, como se “ser criança” fosse algo ruim, errado.
Uma das formas mais cruéis de desprezar um ser humano é ignorar sua presença. Como sofrem nossos pequeninos quando se referem a eles como alguém que vai existir e para serem aceitos imprimem como exigência que se comportarem como adultos. É gritante ver crianças cantando músicas que nem sequer sabem o sentido de suas letras. É gritante ver miniadultos vestidos com sensualidade que nem lhe são peculiar. É gritante pais cristãos corrigirem seus filhos dizendo “você parece criança”, como se “ser criança” fosse algo ruim, errado.
Uma coisa é certa, para se conseguir que uma criança fique sentadinha e quietinha por duas horas no Grupo de Oração adulto é preciso matar sua infância. Deus não programou a criança para ser quietinha, no projeto de Deus a infância é alegre, dinâmica, inquieta, expressiva, inocente. “E Jesus crescia em estatura, graça e sabedoria diante de Deus e dos homens”. A atitude dos adultos devem também proporcionar isto na vida de suas crianças.
Ninguém se comunica com a criança sem se remeter à própria infância. Quando um adulto diz à criança “para quieto, menino”, na verdade, está dizendo: “olha o que fizeram comigo quando eu tinha a sua idade”.
O Ministério para Criança trabalha as crianças e a criança de cada um. Neste sentido, quando um Movimento, uma instituição, uma família, uma grupo, acolhe a criança, na verdade, acolhe a história de cada um. Isto diz de maturidade, de aceitação, de esperança, pois, quando uma criança pega uma sucata, lixo dos adultos e transforma em um brinquedo para evangelizar, está dizendo: “este mundo tem jeito”.
Por que evangelizar os pequeninos?
2 - Para estar em comunhão com nossa Igreja: A educação da consciência é uma tarefa de toda a vida. Desde os primeiros anos alerta a criança para o conhecimento e a prática da lei interior reconhecida pela consciência moral. Uma educação prudente ensina a virtude,preserva ou cura do medo, do egoísmo e do orgulho, dos sentimentos de culpabilidade e dos movimentos de complacência, nascidos da fraqueza e das faltas humanas. A educação da consciência garante a liberdade e gera paz no coração(Catecismo Igreja Católica, parágrafo 1784);





