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23 de abr. de 2016

Criança é Futuro?

FONTE: RCC Brasil

Uma das formas mais cruéis de desprezar um ser humano é ignorar sua presença. Como sofrem nossos pequeninos quando se referem a eles como alguém que vai existir e para serem aceitos imprimem como exigência que se comportarem como adultos. É gritante ver crianças cantando músicas que nem sequer sabem o sentido de suas letras. É gritante ver miniadultos vestidos com sensualidade que nem lhe são peculiar. É gritante pais cristãos corrigirem seus filhos dizendo “você parece criança”, como se “ser criança” fosse algo ruim, errado.
Uma coisa é certa, para se conseguir que uma criança fique sentadinha e quietinha por duas horas no Grupo de Oração adulto é preciso matar sua infância. Deus não programou a criança para ser quietinha, no projeto de Deus a infância é alegre, dinâmica, inquieta, expressiva, inocente. “E Jesus crescia em estatura, graça e sabedoria diante de Deus e dos homens”. A atitude dos adultos devem também proporcionar isto na vida de suas crianças.
altVolto à pergunta: Criança é futuro? Na verdade, Jesus fez o caminho inverso, ao invés de dizer às crianças “Vocês são futuro”, Ele diz aos adultos “sejam como a criança”. Para Deus, a infância é um momento privilegiado em que se forma o caráter, a personalidade. Seremos adultos mais ou menos maduros, íntegros, conforme a infância que vivemos.
Ninguém se comunica com a criança sem se remeter à própria infância. Quando um adulto diz à criança “para quieto, menino”, na verdade, está dizendo: “olha o que fizeram comigo quando eu tinha a sua idade”.
 O Ministério para Criança trabalha as crianças e a criança de cada um. Neste sentido, quando um Movimento, uma instituição, uma família, uma grupo, acolhe a criança, na verdade, acolhe a história de cada um. Isto diz de maturidade, de aceitação, de esperança, pois, quando uma criança pega uma sucata, lixo dos adultos e transforma em um brinquedo para evangelizar, está dizendo: “este mundo tem jeito”.
Por que evangelizar os pequeninos?
alt1 - Para cumprir a Palavra de Deus: “Deixai vir a mim as criancinhas, não as impeçais, pois delas é o Reino dos céus” (Mt 19,14); “O perfeito louvor vos é dado pela boca dos pequeninos” (Sl 8,2); “Ensina à criança o caminho que ela deve seguir e mesmo quando velha jamais se desviará dele” (Pv 22,6); Desde a infância conheces a Sagrada Escrituras (II Tm 3,15).
2 - Para estar em comunhão com nossa Igreja: A educação da consciência é uma tarefa de toda a vida. Desde os primeiros anos alerta a criança para o conhecimento e a prática da lei interior reconhecida pela consciência moral. Uma educação prudente ensina a virtude,preserva ou cura do medo, do egoísmo e do orgulho, dos sentimentos de culpabilidade e dos movimentos de complacência, nascidos da fraqueza e das faltas humanas. A educação da consciência garante a liberdade e gera paz no coração(Catecismo Igreja Católica, parágrafo 1784);

4 de abr. de 2016

Como fazer um Grupo de Oração Infantil

Estou postando uma ideia de como é um GOI pra vocês se orientarem na hora de fazer no seu Grupo de Oração. Lembro que é indispensável que nós oremos pedindo a direção ao Espírito Santo sobre o que e como conduzir o GOI. Outra observação importante é que o grupo é das crianças, elas devem cantar, rezar, pregar... Nós só vamos ajudar a conduzir. O que não pode faltar no GOI é o CICLO CARISMÁTICO e  a PALAVRA DE DEUS, caso contrário não é GOI (é evangelização infantil, mas não é Grupo de Oração). Sempre peçam a ajuda das crianças pra acolher as outras, pra fazer as orações, a pregação, as atividades... A CRIANÇA É PROTAGONISTA DO GOI, nós somos coadjuvantes! As crianças não podem ser coadjuvantes e muito menos expectadoras.  



SUGESTÃO DE ROTEIRO DO GRUPO DE ORAÇÃO INFANTIL (GOI)


ACOLHIDA: Acolha as crianças com muito amor e alegria! Abrace as crianças, pode ser que esse seja o único abraço que ela receba na semana!


ORAÇÃO INICIAL: Reze com as crianças uma dezena do terço ou o terço querigmático ou a Coroinha do Menino Jesus


ANIMAÇÃO: Cante duas ou três músicas de louvor (músicas infantis pequenas, animadas com gestos) e finalize com uma música de interiorização. Entre as músicas fazer pequenos comentários ou dinâmicas relacionadas ao tema do dia.


ORAÇÃO: (CICLO CARISMÁTICO):
1º) Louvar a Deus pelo que Ele é e por Sua obra (lembre-se louvar não é só agradecer, é elogiar).


2º) Pedir que Jesus nos batize com o Espírito Santo (aqui podemos deixar as crianças orar em línguas)


3º) Silêncio para ouvir a voz de Deus


4º) Exercício dos carismas e profecias (peça que as crianças falem o que elas estão sentindo ou o que veio à mente delas naquele momento)


5º) Resposta ao Senhor (louvar e agradecer pelo que Ele falou).


PALAVRA: Use fantoches, bonecas, material de E.V.A., luvas, teatro...

8 de fev. de 2016

O Ciclo Carismático

Fonte

Por Lázaro Praxedes
Coordenador Nacional do Ministério de Pregação
Grupo de Oração Fonte de Água Viva
Um dos mais belos relatos bíblicos de um relacionamento de intimidade entre Deus e um homem certamente é aquele narrado no I Samuel 3, 4-10. Depois de ser orientado pelo sacerdote Heli, o menino Samuel aprendeu que era preciso sintonizar seu ouvido com a boca de Deus, através da oração. Não há nenhuma referência posterior falando de outra dificuldade semelhante, ele aprendeu a ouvir a voz de Deus.
Este é um desafio que precisa ser vencido por todos aqueles que desejam se aventurar na vida no Espírito: aprender a se colocar em permanente escuta, pois o Espírito Santo deseja dirigir, orientar nossas vidas.
Deus deseja revelar-se a nós, para isto precisamos nos manter em constante oração para discernir qual a direção a seguir, qual a vontade de Deus para esta ou aquela situação de nossa vida. Esta é uma das características da Renovação Carismática Católica: estar continuamente a escuta do Espírito Santo. Em nosso Movimento, não apresentamos a Deus os nossos projetos para que sejam abençoados, ao contrário disto, perguntamos a Deus quais são os Seus projetos.
Sendo nosso Deus um Deus vivo, é natural que responda às nossas orações. Nossa oração não deve ser de forma alguma um monólogo, no qual nos colocamos diante de Deus e simplesmente despejamos nossos problemas, pecados, medos, sonhos. Ao contrário, deve ser um diálogo, no qual falamos com Deus e em seguida silenciamos para ouvir sua voz, que nos orienta, direciona, exorta e consola. Ao nos colocarmos em oração, devemos ter a certeza que Deus deseja responder-nos. No entanto, para isso precisamos aprender a silenciar.
Em nossas reuniões de oração, cria-se assim o que é denominado em nosso ambiente de “ciclo carismático”, que é composto pelos seguintes elementos:
a) Oração, louvor (cânticos ou preces)
b) Orações em línguas
c) Momento de silêncio
d) Profecia
e) Resposta à palavra dirigida pelo Senhor, com exultante louvor
Para ouvirmos a voz de Deus, é preciso cultivar em nossas reuniões de oração momentos de silêncio, que são extremamente fecundos, pois é no silêncio que o Espirito Santo irá falar conosco em profecia, ou nos dar o tom a ser seguido na condução da oração.
O silêncio não é somente a ausência de algum barulho exterior, mas uma atitude interior, de alguém que com fé expectante aguarda ouvir a voz do Senhor. Quando nos colocamos diante da presença de Deus desta maneira, com toda certeza ouviremos a sua voz suave em nosso interior.
A Exortação Apostólica Pós Sinodal Verbum Domini em seu número 14 diz o seguinte:
"Consequentemente, o Sínodo recomendou que se ajudassem os fiéis a bem distinguir a Palavra de Deus das revelações privadas, cujo papel não é (…) “completar” a Revelação definitiva de Cristo, mas ajudar a vivê-la mais plenamente, numa determinada época histórica. O valor das revelações privadas é essencialmente diverso do da única revelação pública: esta exige a nossa fé; de fato nela, por meio de palavras humanas e da mediação da comunidade viva da Igreja, fala-nos o próprio Deus. O critério da verdade de uma revelação privada é a sua orientação para o próprio Cristo. Quando aquela nos afasta d’Ele, certamente não vem do Espírito Santo, que nos guia no âmbito do Evangelho e não fora dele. A revelação privada é uma ajuda para a fé, e manifesta-se como credível precisamente porque orienta para a única revelação pública. Por isso, a aprovação eclesiástica de uma revelação privada indica essencialmente que a respectiva mensagem não contém nada que contradiga a fé e os bons costumes; é lícito torná-la pública, e os fiéis são autorizados a prestar-lhe de forma prudente a sua adesão. Uma revelação privada pode introduzir novas acentuações, fazer surgir novas formas de piedade ou aprofundar antigas. Pode revestir-se de um certo caráter profético (cf. 1 Ts 5, 19-21) e ser uma válida ajuda para compreender e viver melhor o Evangelho na hora atual; por isso não se deve desprezá-la."
Assim, precisamos valorizar o Ciclo Carismático em nossa oração pessoal e também em nossas reuniões de oração, pois uma palavra profética, como nos ensina a Verbum Domini traz uma nova ênfase sobre determinado aspecto sobre aquilo que já nos foi revelado em Cristo.

18 de out. de 2015

Material básico do Ministério para Crianças

Essas duas apostilas todo evangelizador de crianças deve ESTUDAR para sua formação: 

No plano de Deus a infância é um momento único no qual se dará a formação do carácter e da personalidade que acompanhará a criança por toda vida. A proposta do Ministério para as Crianças é implantar uma evangelização que vê a criança como capaz de dar o perfeito louvor a Deus. (Sal 8,3 e Mt 21,16), de ser modelo para jovens e adultos (Mt 18,3) e ser agentes anunciadores dignos de confiança.



A apostila Querigma das Idades, foi desenvolvida para auxiliar os evangelizadores de crianças no processo de evangelização . Ele contempla todas as faixas de idade: de 0 a 6 anos, de 7 a 10 e de 11 a 14.

As duas podem ser adquiridas no site da RCC Brasil: RCC Shop

Fora essas duas apostilas tem outros livros que auxiliam e que se encontram à venda no mesmo site e também na livraria virtual da editora ComDeus


Veja também: MATERIAL DE FORMAÇÃO

3 de mar. de 2015

Porque é importante que a criança participe de um Grupinho de Oração?

Porque é importante que a criança participe de um Grupinho de Oração?

Para louvar o Senhor
Diz a palavra de deus que “da boca dos pequeninos surgirá um louvor que confunde os adversários” (Sl 8,2). Louvar é elogiar. Temos dois motivos para elogiar a Deus: pelo que Ele é e pelo que Ele faz. Podemos louvar cantando, rezando um salmo, elogiando as três pessoas da Santíssima Trindade (Deus Pai, Filho e Espírito Santo), elogiando as coisas criadas e dizendo o tanto que elas são importantes na nossa vida. Aí então explicamos às crianças que no meio do louvor Deus habita e se comunica conosco.

Para ter uma experiência do batismo do Espírito Santo
Nossa Igreja foi inaugurada em Pentecostes, quando o Espírito Santo foi derramado a todos. Sabemos bem como isto aconteceu em Atos dos Apóstolos, nos capítulos 1 e 2. Antes do Batismo, os discípulos eram medrosos, sem força, mas depois que Jesus soprou o Espírito Santo, eles se tornaram testemunhas e pregaram o Evangelho a todas as criaturas. Como uma bola de soprar que foi feita para enfeitar, brincar, alegrar, mas se estiver vazia não faz nada disto, assim também o cristão que nasceu para amar, perdoar, servir, sem o Espírito Santo é uma bola de soprar murcha, não serve para nada. No Grupinho de Oração podemos experimentar e nos encher cada vez mais desta presença de Deus.

Para ser evangelizada querigmaticamente
Querigma é anunciar a pessoa de Deus Pai, Filho e Espírito Santo a todos, que ao mergulhar na experiência do Amor de Deus Pai se descobrirão pecadores. Ao aceitarem com fé, Jesus como Salvador pessoal serão provocados a uma mudança de vida e livres de todo mal se deixarão conduzir pelo Espírito Santo que nos foi dado para viver em comunidade. Este anúncio (Querigma) faz toda diferença na vida das pessoas e define onde passar a eternidade. Cada reunião do Grupinho de Oração é uma manifestação da salvação de Deus.

Para construir a comunidade cristã
O plano de Deus é que vivamos o amor, o servir uns aos outros. Unidos em oração, na partilha, nos ensinamentos dos apóstolos e na fração do pão viveremos o Reino de Deus aqui na terra. Isto é realizar o que rezamos na oração do Pai-Nosso quando pedimos “venha a nós o vosso reino”.

Informações importantes para Servos

9 de fev. de 2015

Requisitos para ser um Evangelizador Infantil

FONTE: APOSTILA MINISTÉRIO PARA CRIANÇAS
Hyde Flávia L. M. Dias e Myles Alexander de A. Elias

Vamos refletir sobre o Evangelizador Infantil?!

Há alguns requisitos para que desempenhemos nossa missão, que é levar as crianças à experiência do amor de Deus e ao batismo no Espírito Santo, com eficácia:
Sugiro que você leia os documentos (estão todos com link, é só clicar sobre a palavra) e as passagens bíblicas para melhor reflexão. 


Requisitos de Ordem Humana:

- Que seja sensato, equilibrado emocionalmente, de vida regular;
- Que seja prudente (Apostolicam Actuositatem 29);
- Que não seja alienado da realidade (Puebla 35 ao 50);
- Que tenha bom senso e seja perseverante (Mateus 10, 20);
- Paciente (1 Coríntios 12, 11-13). A paciência é o distintivo do Formador e onde falta paciência é porque não está havendo amor.

Requisitos de Ordem Espiritual:

- Amor (1 João 3, 16; Evangelii Nutiandi 79, 1 Coríntios 13)
- Intimidade com Deus - Oração pessoal, conhecimento de Deus
- Ancião - que seja maduro na fé - que não seja neo-convertido
- Desprendido de bens materiais (Marcos 10, 17.27)
- Não busca seus próprios interesses (Catechesi Tradendae 6; Evangelii Nutiandi 32; 1 Coríntios 10, 24)
- Usa de verdade (Evangelii Nutiandi 78)
- Busca estar cheio do Espírito Santo (Efésios 5, 18ss)
- Tem visão e responsabilidade (2 Timóteo 2, 1ss)
- Não seja dado a improvisações (Catechesi Tradendae 17)
- Seja convertido verdadeiramente (Puebla 437)
- Tenha espírito de servo, como André e Ananias (João 1, 40ss e Atos 9)
- Tenha vida exemplar (Ad Gentes 11 e 11 Coríntios 3, 1-3)
- Vida familiar saudável e evangelizadora ( 1 Timóteo 5, 8)
- Seja alegre (Números 8, 9-10; João 16, 24
- Tenha unção e fervor (Evangelii Nutiandi 80 e João 2, 16-24)
- Seja integrado à comunidade (Atos 3, 14 -20)
- Reto, justo (Mateus 5, 20)
- Sinta chamado
- Obediente (Filipenses 2, 5ss)
- Perdoa e não discrimina (Eclesiástico 28, 1-6; Puebla 205)
- Dá testemunho, que é testemunha (Evangelii Nutiandi 76)

Requisitos para o Ministério

- Que esteja vivendo o que está pregando Evangelii Nutiandi 26 e 39)
- Fé contagiante e não apenas crença (Tiago 2, 19)
- Dedicado (Catechesi Tradendae62)
- Que estuda, lê e aprofunda (Catechesi Tradendae 49)
- Criativo
- Goste de crianças

2 de out. de 2013

Existe mesmo o Anjo da Guarda?


O nosso Catecismo diz que “a existência dos seres espirituais, não-corporais, é uma verdade de fé”, isto é, um dogma. São Gregório Magno, Papa e doutor da Igreja, disse que quase todas as páginas da Revelação escrita falam dos anjos.

O salmista canta com alegria: “O anjo do Senhor acampa ao redor dos que o temem e os salva” (Sl 33,8). “Os teus anjos te sustentarão em suas mãos para que teus pés não tropecem em alguma pedra” (Sl 90).

São Basílio Magno (†369), doutor da Igreja, disse que: "Cada fiel é ladeado por um anjo como protetor e pastor para conduzi-lo à vida." (Ad. Eunomium 3,1). Isto é, temos um Anjo da Guarda pessoal. Jesus confirma: “Não desprezeis nenhum desses pequeninos, porque eu vos digo que os seus anjos nos céus veem continuamente a face de meu Pai que está nos céus” (Mt 18,10).