Tenho esse slide da época que eu estava no núcleo nacional do Ministério para Crianças da Renovação Carismática Católica, deixo aqui pra quem quiser usar para estudo sobre o Querigma das Cores
Mostrando postagens com marcador Formação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Formação. Mostrar todas as postagens
14 de fev. de 2020
6 de set. de 2019
SETEMBRO - MÊS DA BÍBLIA (Parte 1)
O que é a Bíblia
A palavra "Bíblia" vem do grego "biblos", que era o nome dado às folhas prensadas do papiro (três mil anos antes de Cristo os egípcios já escreviam no papiro, uma grande planta própria das margens alagadiças do rio Nilo, seu caniço comprido era aberto em tiras, as quais eram prensadas enquanto ainda estavam úmidas e assim formavam uma folha. Tais folhas eram escritas em um só lado e depois guardadas em rolos).
Biblos significa "livro" e o plural em grego é "biblia". Portanto, "Bíblia" quer dizer "livros" ou "coleção de livros". Segundo o Concílio Vaticano I:
"A Bíblia é a coleção de Livros Sagrados que escritos sob a inspiração do Espírito Santo, tem a Deus como Autor."
Quem escreveu a Bíblia
Deus quis se servir de homens que Ele foi escolhendo ao longo da história da salvação para escrever aquilo que Ele queria que fosse escrito. Estes homens chamam-se escritores sagrados ou hagiógrafos. Todos os livros da Bíblia são inspirados por Deus.
Os escritores sagrados foram muitos (mais de 50), às vezes com um intervalo de centenas de anos de um para o outro. Porém, em todos eles, era Deus quem os inspirava a escrever somente e exclusivamente o que Ele queria. Distinguimos na Sagrada Escritura dois autores: um primeiro e principal, autor da idéia, que é Deus e outro secundário, que põe por escrito a idéia inspirada por Deus.
7 de mar. de 2019
OS 7 PECADOS CAPITAIS E AS 7 VIRTUDES OPOSTAS
Todo ser humano é, em essência, bom. Todos nós trazemos inscritas em
nossa mente e na nossa. consciência a moral e as leis de Deus. Mas nós podemos
anestesiar esse instinto divino a partir do pecado (Rom 7, 16-20), que está presente como um mácula em
nossa alma desde Adão e Eva, como nos mostra a Bíblia (Gen 3, 1-13).
Quando pecamos, nós preferimos a nossa lei à lei de Deus, fazemos o que
bem entendemos, muitas vezes não levando em conta as consequências.
Pecado Capital (de “capita” = cabeça, o pecado que é a cabeça) é o
pecado que leva a outros pecados, outros vícios.
Virtude (de “vir” = varão, homem, que significa firmeza) é uma
disposição habitual e firme para fazer o bem. Não apenas pratiquemos atos bons
(pois até o pior criminoso é capaz de ter atos bons ocasionalmente), mas sim
sejamos bons, verdadeiros cristãos.
A Igreja ensina: temos 7 pecados capitais e 7 virtudes opostas:
1 - Orgulho X Humildade
Orgulho - O Princípio de todo pecado é o orgulho, a vaidade, pois é a tentativa
de se igualar a Deus de ser auto suficiente, senhor de si, passando por cima da
autoridade de Deus. O orgulho caracteriza-se por acharmos que os dons de Deus
vêm de nós mesmos. Leva aos pecados da presunção, da vanglória (Gn 11 - O episódio de Babel). Nós passamos a
procurar sempre reconhecimento, elogios, por nossos atos e acabamos nos gabando
das coisas que fazemos. Com orgulho, a pessoa desanima no fracasso, pois acha-o
impossível.
Humildade - É o reconhecimento de nossa pequenez. No final das contas. É e
verdade sobre nó mesmos, sabendo que tudo é Dom de Deus. Devemos recorrer a
Nossa Senhora, que foi exemplo de humildade, para pedir essa virtude.
2 - Avareza X Generosidade
Avareza - Desejo desordenado dos bens deste mundo. Os bens deste mundo foram
feitos pra suprir nossas necessidades e a de nossos irmãos. A avareza é a
síndrome de acumular, juntar, empilhar coisas. É o culto ao dinheiro. Leva a
fraudes, roubos, mesquinharia e ambição - passar por cima dos outros. Em vez de
senhores das coisas, passamos a ser escravos delas (Mt 6, 23-34)
Generosidade - É o despojamento quanto aos bens materiais, compartilhando-os com aqueles
que necessitam. Dai e vos será dado - disse Jesus. Deus ama o que dá com
alegria. Deus é generoso com seus filhos, portanto, todo cristão deve ser
generoso com seu próximo.
3 - Inveja X Caridade
Inveja - É a tristeza
diante com o bem do próximo. O invejoso está sempre de olho nos outros, no bem
dos outros. O invejoso:
- Não
valoriza seus bens
- Desenvolve
o espírito crítico, diminuindo o outro
- Calunia
aquele que inveja
Histórias de inveja na Bíblia: Caim e Abel, José e seus irmãos, Saul e
David
Caridade - É o olhar bom para o próximo, o amor para com o próximo. Amar nosso
irmão sem julgá-lo. Ter paciência, perdoar sempre o irmão e a comunidade.
O desafio da caridade é se
alegrar com o bem do irmão. Devemos amar nosso irmão com palavras e obras.
4 - Ira X Mansidão
Ira - Estado emocional
desordenado, é a raiva excessiva. A ira é um mal em si mesma, pois tira a paz
do indivíduo. Leva à impaciência, furor, violência, ódio e assassinato. Devemos
deixar bem claro que força é diferente de violência. Ser violento não significa
que a pessoa seja forte. A paciência é a maior prova de força.
Mansidão - É a força revestida de veludo. É a calma, a tranquilidade e o
equilíbrio emocional. A mansidão é necessária para agradar a Deus, para a
convivência e para manter a paz.
5 - Luxúria X Castidade
Luxúria - É a erotização exacerbada e o mal uso da sexualidade. Vivemos num
mundo altamente erotizado. A moda, os espetáculos, os shows, os programas
televisivos tem sempre apelo sexual.
“Não sabeis que vossos corpos são membros de Cristo?”
Somos templo da Santíssima Trindade. A sexualidade deve ser governada pelo amor. O sexo, o amor e a transmissão da vida são três coisas que estão intimamente ligadas, mas foram separadas de forma lastimável pelo homem moderno.
Somos templo da Santíssima Trindade. A sexualidade deve ser governada pelo amor. O sexo, o amor e a transmissão da vida são três coisas que estão intimamente ligadas, mas foram separadas de forma lastimável pelo homem moderno.
Castidade - É o respeito ao nosso corpo e ao corpo do próximo. É o 6º mandamento
da Lei de Deus.
6 - Gula X Temperança
Gula - É um vício em que
há busca de um prazer desordenado na comida e na bebida.
- Comer
excessivamente
- Comer
com os olhos
- Comer
se preocupando com gostos requintados
- Vícios
como o fumo, álcool, tranquilizantes, etc.
Perde-se a força de vontade de se livrar dos vícios.
Temperança - Consiste em conservar o nosso corpo, a paz interior, a saúde. Por
exemplo, ter uma alimentação balanceada, se livrar de substâncias que envenenam
nosso organismo, etc.
7 - Preguiça X Diligência
Preguiça - É a negação do esforço, é o comodismo:
- Fazer
tudo de qualquer jeito
- Não
fazer as coisas com amor
- Cansaço
constante
- Pelo
fato de não poder fazer o excelente, não faz nada
- Falta
de Tempo
Diligência - A palavra diligência vem de “diliger” = amar. É não se cansar de fazer
as coisas, valorizando-as sempre. Caracteriza-se pela garra, força e amor.
9 de abr. de 2017
As lições do Domingo de Ramos
POR PROF. FELIPE AQUINO
A Semana Santa começa no Domingo de Ramos, cuja liturgia celebra a entrada de Jesus Cristo em Jerusalém montado em um jumentinho (o símbolo da humildade), que é aclamado pelo povo simples. As pessoas O aplaudiam como “Aquele que vem em nome do Senhor”; esse mesmo povo que O viu ressuscitar Lázaro de Betânia poucos dias antes, estava maravilhado, e tinha a certeza de que este era o Messias anunciado pelos profetas. Porém, pareciam ter se enganado no tipo de Messias que o Senhor era. Pensavam que fosse um Messias político, libertador social, que fosse arrancar Israel das garras de Roma e devolver-lhe o apogeu dos tempos de Davi e Salomão.
Para deixar claro a esse povo que Ele não era um Messias temporal e político, um libertador efêmero, mas o grande libertador do pecado, a raiz de todos os males, então, Cristo entra na grande cidade, a Jerusalém dos patriarcas e dos reis sagrados, montado em um jumentinho; expressão da pequenez terrena, pois não Ele é um Rei deste mundo!
Dessa forma, o Domingo de Ramos é o início da Semana que mistura os gritos de “Hosana” com os clamores da Paixão de Cristo. O povo acolheu Jesus abanando seus ramos de oliveiras e palmeiras. Os ramos significam a vitória: “Hosana ao Filho de Davi: bendito seja o que vem em nome do Senhor, o Rei de Israel; hosana nas alturas”. Hosana quer dizer “salva-nos!”.
Os ramos santos nos fazem lembrar que somos batizados, filhos de Deus, membros de Cristo, participantes da Igreja, defensores da fé católica, especialmente nestes tempos difíceis em que ela é desvalorizada e espezinhada.
Os ramos sagrados que levamos para nossas casas, após a Santa Missa [do Domingo de Ramos], lembram-nos de que estamos unidos a Cristo na mesma luta pela salvação do mundo, a luta árdua contra o pecado, um caminho em direção ao Calvário, mas que chegará à Ressurreição.
Leia também: Domingo de Ramos
O sentido da Procissão de Ramos é mostrar essa peregrinação sobre a terra que cada cristão realiza a caminho da vida eterna com Deus. Ela nos recorda que somos apenas peregrinos neste mundo tão passageiro, tão transitório, que se gasta tão rapidamente. Mostra-nos que a nossa pátria não é neste mundo, mas na eternidade, que aqui nós vivemos apenas em um rápido exílio em demanda pela casa do Pai.
A entrada “solene” de Jesus em Jerusalém foi um prelúdio de Suas dores e humilhações. Aquela mesma multidão que O homenageou, motivada por Seus milagres, agora Lhe vira as costas e muitos pedem a Sua morte. Jesus, que conhecia o coração dos homens, não estava iludido. Quanta falsidade nas atitudes de certas pessoas! Quantas lições nos deixam esse dia [Domingo de Ramos]!
O Mestre nos ensina com fatos e exemplos que o Seu Reino, de fato, não é deste mundo. Que ele não veio para derrubar César e Pilatos, mas para derrubar um inimigo muito pior e invisível, o pecado.
A muitos o Senhor decepcionou; pensavam que Ele fosse escorraçar Pilatos e reimplantar o reinado de Davi e Salomão em Israel; mas Ele vem montado em um jumentinho frágil e pobre. “Que Messias é este? Que libertador é este? É um farsante! É um enganador, merece a cruz por nos ter iludido”, pensaram. Talvez Judas tenha sido o grande decepcionado.
O Domingo de Ramos ensina-nos que a luta de Cristo e da Igreja, e consequentemente a nossa também, é a luta contra o pecado, a desobediência à Lei sagrada de Deus que hoje é calcada aos pés até mesmo por muitos cristãos que preferem viver um cristianismo “light”, adaptado aos seus gostos e interesses e segundo as suas conveniências. Impera como disse Bento XVI, a ditadura do relativismo.
Prof. Felipe Aquino
4 de abr. de 2016
Como fazer um Grupo de Oração Infantil
Estou postando uma ideia de como é um GOI pra vocês se orientarem na hora de fazer no seu Grupo de Oração. Lembro que é indispensável que nós oremos pedindo a direção ao Espírito Santo sobre o que e como conduzir o GOI. Outra observação importante é que o grupo é das crianças, elas devem cantar, rezar, pregar... Nós só vamos ajudar a conduzir. O que não pode faltar no GOI é o CICLO CARISMÁTICO e a PALAVRA DE DEUS, caso contrário não é GOI (é evangelização infantil, mas não é Grupo de Oração). Sempre peçam a ajuda das crianças pra acolher as outras, pra fazer as orações, a pregação, as atividades... A CRIANÇA É PROTAGONISTA DO GOI, nós somos coadjuvantes! As crianças não podem ser coadjuvantes e muito menos expectadoras.
SUGESTÃO DE ROTEIRO DO GRUPO DE ORAÇÃO INFANTIL (GOI)
ACOLHIDA: Acolha as crianças com muito amor e alegria! Abrace as crianças, pode ser que esse seja o único abraço que ela receba na semana!
ORAÇÃO INICIAL: Reze com as crianças uma dezena do terço ou o terço querigmático ou a Coroinha do Menino Jesus
ANIMAÇÃO: Cante duas ou três músicas de louvor (músicas infantis pequenas, animadas com gestos) e finalize com uma música de interiorização. Entre as músicas fazer pequenos comentários ou dinâmicas relacionadas ao tema do dia.
ORAÇÃO: (CICLO CARISMÁTICO):
1º) Louvar a Deus pelo que Ele é e por Sua obra (lembre-se louvar não é só agradecer, é elogiar).
2º) Pedir que Jesus nos batize com o Espírito Santo (aqui podemos deixar as crianças orar em línguas)
3º) Silêncio para ouvir a voz de Deus
4º) Exercício dos carismas e profecias (peça que as crianças falem o que elas estão sentindo ou o que veio à mente delas naquele momento)
5º) Resposta ao Senhor (louvar e agradecer pelo que Ele falou).
PALAVRA: Use fantoches, bonecas, material de E.V.A., luvas, teatro...
23 de dez. de 2015
Perguntas e respostas sobre o Natal com D. Henrique Soares da Costa
D. Henrique Soares da Costa é bispo da Diocese de Palmares/PE e publicou uma série de perguntas e respostas sobre o Natal em sua página do Facebook. Estou postando aqui porque achei muito importante sabermos dessas orientações.
Que significa celebrar o Natal?
Significa celebrar NA LITURGIA, memorial do culto cristão, instituído por Jesus nosso Senhor, o mistério e a graça da Sua piedosa Vinda, da Sua graciosa Manifestação na nossa natureza humana e no nosso mundo, cumprindo as promessas feitas por Deus a Israel.
Que é esse MEMORIAL instituído pelo Senhor?
No Israel da Antiga Aliança, toda a obra salvífica do Senhor era celebrada anualmente nas festas instituídas pelo Senhor Deus: a Páscoa, Pentecostes, as Tendas, o Kippur, a Dedicação do Templo...
Tudo isto preparava para o Cristo nosso Senhor.
Ele veio, realizou a salvação e na noite em que foi entregue instituiu o Sacramento do Seu Corpo e do Seu Sangue, Memorial sagrado de tudo quanto Ele fez por nós, cumprindo tudo quanto Deus havia prometido.
Assim, no Sacramento da Ceia, no santo Sacrifício Eucarístico, toda a salvação torna-se presente: a criação do mundo, a história santa do antigo Israel, os atos e gestos salvíficos do Senhor, as graças dadas aos cristãos, a vida da Igreja e até mesmo a Sua Vinda no final dos tempos.
NA LITURGIA, pela força potente do Santo Espírito do Cristo imolado e ressuscitado, tudo, tudo absolutamente, em Cristo Senhor, torna-se contemporaneamente, simultaneamente presente, de modo que, para um cristão, celebrar os santos mistérios litúrgicos é entrar realmente e verdadeiramente em contato com o Mistério da nossa salvação e com cada um dos mistérios especificamente.
NA LITURGIA, toda a obra da salvação é-nos dada realmente: "Fazei isto em memória ( = memorial, zikaron, isto é, celebração ritual, eficaz e presentiiacante ) de Mim!"
O Natal é, então, celebração do quê?
É real e verdadeira celebração da Manifestação, da Vinda do Senhor na nossa carne mortal.
Celebrar a Eucaristia no Natal é tornar realmente presente sobre o Altar como oferta ao Pai no Espírito Santo o Cordeiro imolado e ressuscitado no Qual tudo, absolutamente tudo da nossa salvação se encontra presente!
Cristo é tudo, resume tudo, sintetiza tudo, atrai tudo, realiza tudo! Nele, eucarístico, está a criação do mundo,
Nele, toda a história de Israel,
Nele o Natal,
Nele a Páscoa,
Nele a vida da Igreja,
Nele a Glória dos santos,
Nele o Dia Final, na consumação de tudo!
Cada mistério da nossa fé que celebramos na Liturgia coloca-nos realmente, verdadeiramente em contato com a graça que nos veio daquele mistério.
Quem celebra as Eucaristias do tempo sagrado do Natal entra em contato real com a graça da Vinda do Salvador!
Este é um luxo, uma graça, uma elegância de Deus que somente recebe quem participa da Liturgia e só na Liturgia é dado!
O Natal é aniversário de Jesus?
De modo algum!
Jamais a Igreja pensou numa coisa dessas!
Na Liturgia não se diz: Jesus nasceu há 2000 anos! Diz-se: "Hoje nasceu para vós um Salvador: Cristo, o Senhor!"
A Liturgia, na potência do Espírito, coloca-nos no HOJE de Deus, coloca-nos em contato direto com a graça salvífica do acontecimento que, ocorrido uma vez por todas no passado, torna-se eternamente presente na Glória do Céu, em Cristo, único e eterno sacerdote, que na Tenda eterna do Céu ministra a Liturgia eterna que torna-se presente sobre o Altar da Igreja!
No Natal nunca, de modo algum, por motivo algum, deve-se cantar "Parabéns" para Jesus! Seria algo totalmente contrário ao significado do Natal cristão!
Cristo nasceu no dia 25 de dezembro?
Não, com certeza. E os cristãos sempre souberam disso!
Desde o início, esta festa é celebrada em datas diferentes pela Igreja no Oriente e no Ocidente: no Oriente, a 6 de janeiro; no Ocidente, a 25 de dezembro.
Eis os motivos do 25 de dezembro:
Segundo antigas tradições, o mundo teria sido criado no dia 25 de março. Neste dia também se celebrava a Festa da Anunciação de Gabriel à Virgem Maria, início da recriação de todas as coisas em Cristo: Ele, vindo ao nosso mundo no seio da Virgem, recriou o mundo envelhecido e caduco pelo pecado. Assim, o 25 de dezembro ocorre nove meses após a celebração da concepção.
Mas, há outro motivo. Depois de o cristianismo já ter se espalhado no Império Romano e os imperadores terem aceitado a fé cristã, surgiu um que apostatou da fé e quis restaurar o paganismo em Roma: Juliano, o Apóstata! Ele fez o possível para restaurar a festa do deus Sol Vencedor em Roma, que ocorria no dia 25 de dezembro, solstício do inverno. Exatamente a época em que o sol começa a ficar mais forte e fazer os dias começarem a ficar mais longo, vencendo o frio e as trevas do inverno. Esta seria a vitória do deus sol sobre as trevas!
Os cristão reagiram fortemente, celebrando aí não o deus sol, mas o verdadeiro Sol da justiça, Luz do Alto que nos veio visitar, vencendo as trevas da idolatria, do pecado e da morte! O verdadeiro Sol Invicto é o Cristo nosso Deus, que vindo à nossa terra, tudo iluminou com a Sua piedosa Manifestação.
Assim, a data do Natal estabeleceu-se de vez no século IV para toda a Igreja do Oriente e do Ocidente. No dia 6 de janeiro, a Igreja passou a celebrar a Epifania do Senhor. Mas, isto é outra história...
Seria realmente errado ver o Natal como aniversário de Jesus?
Totalmente.
1. Comemora-se o aniversário contando os dias de acontecimentos ou pessoas neste tempo. Jesus é o Senhor, entrou na Eternidade, é Senhor do tempo; não mais está preso ao nosso tempo, mas preenche todos os tempos: "A Ele o tempo e a eternidade˜!" - diz a Igreja na Vigília Pascal.
2. Comemora-se o aniversário de alguém para festejar sua entrada nesta vida. Jesus entrou nesta vida, neste mundo, por humilhação, por esvaziamento de Si mesmo: sendo rico fez-se pobre, sendo Deus fez-Se homem, sendo Senhor fez-Se servo para nos salvar. Na verdade o nascimento de Jesus segundo a carne é um gesto de humildade e humilhação por amor!
3. O nascimento definitivo para um cristão é o nascimento para a Glória: dos santos, celebra-se não o dia do nascimento para este mundo, mas o Die Natalis para o Céu, o dia da morte para este mundo.
4. E o mais importante: NENHUMA celebração da Liturgia é de aniversário; nunca é uma recordação do passado que ficou lá trás, mas é um torna-se realmente presente de um fato ou evento salvífico que se torna atual e atuante na vida dos que celebram os santos mistérios na Liturgia. É uma pena que a deficiência de catequese tenha feito os cristãos perderem isto, que no início da Igreja era claro para todos os filhos da Igreja!
18 de out. de 2015
Material básico do Ministério para Crianças
Essas duas apostilas todo evangelizador de crianças deve ESTUDAR para sua formação:
No plano de Deus a infância é um momento único no qual se
dará a formação do carácter e da personalidade que acompanhará a criança por
toda vida. A proposta do Ministério para as Crianças é implantar uma
evangelização que vê a criança como capaz de dar o perfeito louvor a Deus. (Sal
8,3 e Mt 21,16), de ser modelo para jovens e adultos (Mt 18,3) e ser agentes
anunciadores dignos de confiança.
A apostila Querigma das Idades, foi desenvolvida para
auxiliar os evangelizadores de crianças no processo de evangelização . Ele
contempla todas as faixas de idade: de 0 a 6 anos, de 7 a 10 e de 11 a 14.
As duas podem ser adquiridas no site da RCC Brasil: RCC Shop
Fora essas duas apostilas tem outros livros que auxiliam e que se encontram à venda no mesmo site e também na livraria virtual da editora ComDeus
Veja também: MATERIAL DE FORMAÇÃO
Veja também: MATERIAL DE FORMAÇÃO
3 de mar. de 2015
Porque é importante que a criança participe de um Grupinho de Oração?
Porque é importante que a criança participe de um Grupinho
de Oração?
Para louvar o Senhor
Diz a palavra de deus que “da boca dos pequeninos surgirá um
louvor que confunde os adversários” (Sl 8,2). Louvar é elogiar. Temos dois
motivos para elogiar a Deus: pelo que Ele é e pelo que Ele faz. Podemos louvar
cantando, rezando um salmo, elogiando as três pessoas da Santíssima Trindade
(Deus Pai, Filho e Espírito Santo), elogiando as coisas criadas e dizendo o
tanto que elas são importantes na nossa vida. Aí então explicamos às crianças
que no meio do louvor Deus habita e se comunica conosco.
Para ter uma experiência do batismo do Espírito Santo
Nossa Igreja foi inaugurada em Pentecostes, quando o
Espírito Santo foi derramado a todos. Sabemos bem como isto aconteceu em Atos
dos Apóstolos, nos capítulos 1 e 2. Antes do Batismo, os discípulos eram
medrosos, sem força, mas depois que Jesus soprou o Espírito Santo, eles se
tornaram testemunhas e pregaram o Evangelho a todas as criaturas. Como uma bola
de soprar que foi feita para enfeitar, brincar, alegrar, mas se estiver vazia
não faz nada disto, assim também o cristão que nasceu para amar, perdoar,
servir, sem o Espírito Santo é uma bola de soprar murcha, não serve para nada.
No Grupinho de Oração podemos experimentar e nos encher cada vez mais desta
presença de Deus.
Para ser evangelizada querigmaticamente
Querigma é anunciar a pessoa de Deus Pai, Filho e Espírito
Santo a todos, que ao mergulhar na experiência do Amor de Deus Pai se
descobrirão pecadores. Ao aceitarem com fé, Jesus como Salvador pessoal serão
provocados a uma mudança de vida e livres de todo mal se deixarão conduzir pelo
Espírito Santo que nos foi dado para viver em comunidade. Este anúncio
(Querigma) faz toda diferença na vida das pessoas e define onde passar a
eternidade. Cada reunião do Grupinho de Oração é uma manifestação da salvação de
Deus.
Para construir a comunidade cristã
O plano de Deus é que vivamos o amor, o servir uns aos
outros. Unidos em oração, na partilha, nos ensinamentos dos apóstolos e na
fração do pão viveremos o Reino de Deus aqui na terra. Isto é realizar o que
rezamos na oração do Pai-Nosso quando pedimos “venha a nós o vosso reino”.
Informações importantes para Servos
14 de nov. de 2013
O QUE SIGNIFICA O SINAL DA CRUZ FEITO SOBRE A TESTA, OS LÁBIOS E O CORAÇÃO?
Aprendemos este gesto desde crianças, mas realmente
conhecemos seu verdadeiro significado?
Nas normas expostas no Missal Romano, quando se explica o comportamento
indicado para o momento da proclamação do Evangelho, estabelece-se que o
diácono ou o sacerdote que anuncia a Palavra, depois de ter feito o sinal da
cruz sobre a página do Lecionário, deve fazê-lo também sobre a testa, sobre os
lábios e sobre o coração.
O sinal da cruz triplo também é feito pela assembleia. E tudo isso não pode ser
considerado como mero ritual, mas um forte convite que a Igreja faz,
sublinhando a grande importância dada ao Evangelho.
Esta Palavra deve ser anunciada e proclamada por todo cristão, porque a
evangelização é um dever de todos os batizados. Precisa ser amada e guardada no
coração, para tornar-se depois norma de vida.
Todos nós somos convidados a examinar-nos sobre como acolhemos o Evangelho,
como nos comprometemos no anúncio desta mensagem, como conformamos nossa vida
segundo suas indicações.
Somos convidados a ser um "Evangelho ilustrado", o "quinto
Evangelho", não escrito com tinta, mas com a nossa própria vida.
Acolhamos com a mente, anunciemos com os lábios, conservemos no coração o
tesouro da Palavra de Deus e, ao longo deste caminho, confiemos nossas vidas ao
Senhor, para sermos reflexo da verdadeira luz em meio às trevas do mundo de
hoje.
Artigo do Pe. Antonio, monge no Mosteiro de São Bento, de Monte Subiaco, Itália
2 de out. de 2013
Existe mesmo o Anjo da Guarda?

O nosso Catecismo diz que “a existência dos seres espirituais, não-corporais, é uma verdade de fé”, isto é, um dogma. São Gregório Magno, Papa e doutor da Igreja, disse que quase todas as páginas da Revelação escrita falam dos anjos.
O salmista canta com alegria: “O anjo do Senhor acampa ao redor dos que o temem e os salva” (Sl 33,8). “Os teus anjos te sustentarão em suas mãos para que teus pés não tropecem em alguma pedra” (Sl 90).
São Basílio Magno (†369), doutor da Igreja, disse que: "Cada fiel é ladeado por um anjo como protetor e pastor para conduzi-lo à vida." (Ad. Eunomium 3,1). Isto é, temos um Anjo da Guarda pessoal. Jesus confirma: “Não desprezeis nenhum desses pequeninos, porque eu vos digo que os seus anjos nos céus veem continuamente a face de meu Pai que está nos céus” (Mt 18,10).
O salmista canta com alegria: “O anjo do Senhor acampa ao redor dos que o temem e os salva” (Sl 33,8). “Os teus anjos te sustentarão em suas mãos para que teus pés não tropecem em alguma pedra” (Sl 90).
São Basílio Magno (†369), doutor da Igreja, disse que: "Cada fiel é ladeado por um anjo como protetor e pastor para conduzi-lo à vida." (Ad. Eunomium 3,1). Isto é, temos um Anjo da Guarda pessoal. Jesus confirma: “Não desprezeis nenhum desses pequeninos, porque eu vos digo que os seus anjos nos céus veem continuamente a face de meu Pai que está nos céus” (Mt 18,10).
18 de ago. de 2013
Sobre a assunção de Maria ao Céu
A Sagrada Tradição da Igreja ensina que Nossa Senhora foi
elevada ao céu de corpo e alma, após sua morte. No entanto, as particularidades
da “morte” da Virgem Maria não são conhecidas. Santo Epifânio, bispo
de Salamina de Chipre, compôs, nos anos de 374-377, o livro sobre as heresias,
no qual escreve:
“Ou a santa Virgem morreu e foi sepultada e seguiu-se depois
sua Assunção na glória, ou sem fim verificou-se em plena e ilibada pureza,
adornando a coroa de sua virgindade...” (MS, p. 267).
O Dogma da Assunção da Virgem Santíssima foi proclamado,
solenemente, pelo Papa Pio XII no dia 1º de novembro de 1950 e sua festa é
celebrada no dia 15 de agosto. Grande júbilo e alegria pairou sobre todo o
mundo católico naquela data, especialmente para os filhos de Maria. Quando o
Papa o decretou por meio da Constituição Apostólica “Munificientissimus Deus” foi
uma verdadeira apoteose, tanto na Praça de São Pedro em Roma, como nas outras
cidades do mundo católico. Nesse documento disse o Papa: “Cristo, com Sua
morte, venceu o pecado e a morte e sobre esta e sobre aquele alcançará também
vitória pelos merecimentos de Cristo quem for regenerado sobrenaturalmente pelo
batismo. Mas por lei natural Deus não quer conceder aos justos o completo
efeito dessa vitória sobre a morte, senão quando chegar o fim dos tempos. Por
isso os corpos dos justos se dissolvem depois da morte, e somente no último dia
tornarão a unir-se, cada um com sua própria alma gloriosa. Mas desta lei
geral Deus quis excetuar a Bem-Aventurada Virgem Maria. Ela, por um privilégio
todo singular venceu o pecado; por sua Imaculada Conceição, não estando por
isso sujeita à lei natural de ficar na corrupção do sepulcro, não foi preciso
que esperasse até o fim do mundo para obter a ressurreição do corpo”.
E, assim, na Praça de São Pedro, em Roma, diante do pórtico
de São Pedro, circundado por 36 Cardeais, 555 Patriarcas, Arcebispos e Bispos e
sacerdotes, e perante cerca de um milhão de fiéis, o Papa proclamava
solenemente:
“Depois de haver mais uma vez elevado a Deus nossas súplicas
e invocado as luzes do Espírito Santo, a glória de Deus Onipotente, que
derramou sobre a Virgem Maria Sua especial benevolência, em honra de Seu Filho,
Rei imortal dos séculos e vencedor do pecado e da morte, para maior glória de
Sua augusta Mãe e para a alegria e exultação de toda a santa Igreja, e pela
autoridade de Nosso Senhor Jesus Cristo, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e
Nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma de fé revelado por Deus
que: a Imaculada Mãe de Deus, sempre Virgem Maria, terminado o curso de sua
vida terrena, foi elevada à glória celeste em corpo e alma” (MS, p. 282).
O Papa Paulo VI, na Exortação Apostólica “Marialis
Cultus”, resume a importância desse dogma numa expressão cheia de densidade:
“A solenidade de 15 de agosto celebra a gloriosa Assunção de
Maria ao céu: festa de seu destino de plenitude e de bem-aventurança,
glorificação de sua alma imaculada e de seu corpo virginal, de sua perfeita
configuração com Cristo ressuscitado” (MC, n. 6).
Assim, Maria participa da ressurreição e glorificação de
Cristo. É preciso lembrar, aqui, que somente Jesus e Maria subiram ao céu, de
corpo e alma. Os santos estão lá apenas com suas almas, pois os corpos estão na
terra, aguardando a ressurreição do último dia. Maria, ao contrário, foi
elevada ao céu também com seu corpo já ressuscitado. É uma grande glória dela.
A Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, em uma
Instrução de 17-05-1979, deixou bem claro:
“A Igreja, ao expor a sorte do homem após a morte, exclui
qualquer explicação que tire o sentido à Assunção de Nossa Senhora naquilo que
ela tem de único, ou seja, o fato de ser a glorificação corporal da Virgem
Santíssima uma antecipação da glorificação que está destinada a todos os outros
eleitos” (n. 6).
Quais os motivos da Assunção de Nossa Senhora?
1 - Como Maria não esteve sujeita ao poder do pecado para
poder ser a Mãe de Deus, também não podia ficar sob o império da morte; pois,
como disse São Paulo, “o salário do pecado é a morte” (Rm 6,23). Assim, Maria
não experimentou a corrupção da carne mas foi glorificada em sua alma e seu
corpo.
2 - A carne de Jesus e a de Maria são a mesma carne.
Portanto a carne de Maria devia ter a mesma glória que teve a de seu Filho.
São João de Damasco no ano 749 escreve:
“Era necessário que aquela que no parto havia conservado ilesa
sua virgindade conservasse também sem corrupção alguma seu corpo depois da
morte. Era preciso que aquela que havia trazido no seio o Criador feito menino
habitasse nos tabernáculos divinos. Era necessário que aquela que tinha visto o
Filho sobre a Cruz, recebendo no coração aquela espada das dores das quais fora
imune ao dá-Lo à luz, O contemplasse sentado à direita do Pai. Era necessário
que a Mãe de Deus possuísse aquilo que pertence ao Filho e fosse honrada por
todas as criaturas como Mãe de Deus”.
E assim também se exprime São Germano, patriarca de
Constantinopla, falecido em 735, e outros santos (MS, pp. 272 e 273).
A festa do Trânsito de Maria, que honrava sua morte, passou
gradualmente a comemorar sua Assunção corporal ao céu. No sacramentário enviado
pelo Papa Adriano I ao Imperador Carlos Magno (768-814), que introduziu o
Cristianismo em todo o vasto império franco, está escrito:
“Digna de honra é para nós, Senhor, a festividade deste dia
em que a Beata Virgem Maria, a Santa Mãe de Deus, sofreu a morte temporal mas
não pôde ser retida pelos inexoráveis laços, porque ela deu à luz o seu Filho,
nosso Senhor, que tomou sua carne” (MS, p. 273). No Sínodo de Mainz, no ano
813, Carlos Magno introduziu a festa da Assunção de Maria ao Céu, depois de haver
obtido autorização de Roma.
Foi São Gregório de Tours, falecido em 596, o primeiro a
proclamar a Assunção corpórea de Maria ao Céu. Um século mais tarde, Santo
Ildefonso de Toledo afirmou: “Não devemos esquecer que muitos consideram que
ela [Maria] foi neste dia levada corporalmente ao céu por Nosso Senhor Jesus
Cristo” (MS, p. 274).
Muitos santos perguntavam se o melhor dos Filhos poderia
recusar à melhor das Mães à participação em sua ressurreição e o glorioso
domínio à direita do Pai? Para eles sua dignidade de Mãe de Deus exige a
Assunção.
Para Santo Irineu, do século II, como a nova Eva, Maria
participou da sorte do novo Adão, Jesus Cristo, ressuscitou depois da morte, e
seu corpo não experimentou a corrupção (MS, p. 277).
Como Maria não teve na alma a mancha do pecado original,
ficou isenta da dura sentença dada aos demais: “Es pó e em pó hás de tornar”
(Gn 3,19). A nós que herdamos o pecado original, é preciso voltar ao pó da
terra de onde saímos, para que na ressurreição do último dia, o Senhor nos refaça
sem as seqüelas do mal.
A rica Tradição da Igreja reconheceu desde os primeiros
séculos a gloriosa Assunção de Nossa Senhora. Dela dão testemunho S. João
Damasceno, São João Crisóstomo, S. Tomás de Aquino, S. Boaventura, S. Anselmo,
São Bernardo e outros luminares e teólogos famosos. Além disso, a Sagrada
Liturgia sempre confirmou a verdade desse dogma, tanto nos antigos missais como
nos sacramentários, hinos e saudações à subida da Rainha ao céu. Além disso,
nunca, em Igreja nenhuma da terra, se venerou uma relíquia do corpo de Maria
Santíssima, mostrando com isto uma convicção certa e inabalável de que Ela está
no céu.
Contudo, a razão mais forte da Assunção de Nossa Senhora
está no fato de ela ser a Mãe do Senhor. Como disse o frei Francisco de Monte
Alverne:
“Consentiria o meigo Jesus de Nazaré que sua morada
puríssima, o céu esplêndido onde por nove meses repousaria, a estátua viva
esculpida pelo próprio Criador, ficasse nessa terra de exílio? Porventura o Rei
dos Exércitos esperaria o fim dos tempos para que a corte celeste prestasse
homenagens reais à sua Mãe. Não, pois era mister que a humanidade reconhecesse
quanto era considerada uma mãe tão extremosa” (nota 22 e Tm p. 314).
A glória da Assunção de Nossa Senhora ao céu é, para nós que
ainda vivemos neste vale de lágrimas, a certeza de que o céu existe e é nosso
destino.
Felipe Aquino
Prof. Felipe Aquino @pfelipeaquino, é casado, 5 filhos,
doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo
II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60
livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da
Fé" e "Pergunte e Responderemos". Saiba mais em Blog do
Professor Felipe Site do autor: www.cleofas.com.br
12 de jul. de 2013
Pecados Capitais x Virtudes
|
Pecados Capitais
|
Virtudes
|
|
Orgulho = Tentativa de se igualar a Deus
|
Humildade = Reconhecimento de nossa pequenez
|
|
Avareza = Culto ao dinheiro
|
Generosidade = Partilha com os que necessitam
|
|
Inveja = tristeza diante do bem do próximo
|
Caridade = Alegria com a prosperidade do outro
|
|
Ira = Raiva excessiva
|
Mansidão = Equilíbrio interior
|
|
Luxúria = Mau uso da sexualidade
|
Castidade = Respeito ao nosso corpo e ao corpo do
próximo
|
|
Gula = Prazer desordenado
|
Temperança = Paz interior
|
|
Preguiça = Comodismo
|
Diligência = Fazer tudo com amor
|
Assinar:
Postagens (Atom)








