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28 de mai. de 2017

O homem na enchente

Certa vez, houve uma enchente numa cidade, e uma casa, construída numa baixada, começou a ser inundada. Nela havia apenas um homem.
Este senhor começou a rezar para a chuva parar. Mas a chuva não parava. E ele rezava pedindo a Deus que parasse a chuva. Entretanto, a água foi subindo... até chegar à sua cintura.
Apareceu uma canoa. O canoeiro gritou: “Ei! Entre aqui!” Ele disse: “Não! Estou rezando e o Senhor vai me ajudar”. E a água subindo.
Logo ele teve de subir no guarda-roupa. Apareceu um barco a motor. Chamaram-no, mas ele deu a mesma resposta.


Minutos depois, o homem teve de subir em cima do telhado. E a chuva não parava, nem ele parava de pedir para Deus parar a chuva.

Com a água já nos joelhos, apareceu um helicóptero. Desceram uma cadeirinha até ele numa corda. Mas ele deu sinal que não ia, porque estava rezando para a chuva parar.

Aconteceu que a chuva aumentou, o homem foi levado pela correnteza, não sabia nadar e morreu afogado.

Logo que chegou ao Céu, já foi brigando com o primeiro que encontrou, que foi S. Pedro: “Deus não atendeu à minha oração!” disse ele. S. Pedro respondeu: “Como não atendeu, filho, se Deus lhe mandou a canoa, o barco a motor e até o helicóptero?”

“Pedi e vos será dado. Procurai e achareis. Batei e a porta vos será aberta. Pois todo aquele que pede recebe; quem procura encontra; e a quem bate a porta será aberta” (Mt 7,7-12). Mas Deus nos atende, não diretamente, e sim através das pessoas e dos recursos que ele deixou na terra, como essa canoa, esse barco a motor e esse helicóptero.

Outro aspecto da oração é que Deus dá o melhor para nós, que nem sempre é aquilo que pedimos. A inteligência dele é maior que a nossa, e ele conhece o futuro. Por isso, a hora melhor de recebermos uma graça pode ser não agora, mas daqui a vinte anos, por exemplo.

Maria Santíssima sabia rezar. Ela pedia a graça de fazer a vontade de Deus, não de Deus fazer a vontade dela: “Eis aqui a escrava do Senhor. Faça-se em mim conforme a tua palavra” (Lc 1,38). Em outras palavras: Sou a tua escrava. Pode fazer de mim o que o Senhor quiser e quando quiser.

“Ensina teu povo a rezar, Maria Mãe de Jesus”.

8 de set. de 2016

História Deus me ama como sou


Deus me ama como sou
Uma linda história pra falar do amor de Deus, da Eucaristia e da aceitação de si mesmo!
10 peças em E.v.A. + história + atividade

R$ 70,00 + frete



(Ou depósito da Caixa Econômica Federal)

1 de set. de 2014

SAPINHO ESPERTO

“Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé.” (2 Timóteo 4, 7)
Paulo já tinha percorrido muitos lugares levando a Palavra de Deus a muitas pessoas e estava prestes a morrer. Ele comparou a nossa vida como uma corrida, nós somos como atletas, precisamos nos esforçar, dizer “não” a muitas coisas, o ponto de chegada é o Céu, o nosso troféu é a salvação, a coroa da Vida Eterna!

Isso me faz lembrar de uma história:

Acredite... Ou seja surdo!!!

21 de out. de 2013

A importância do EXEMPLO


José queria proporcionar um dia especial para seus dois filhos. Resolveu fazer uma surpresa. Numa tarde ensolarada, decidiu levar seus filhos ao circo.
Ao chegar à bilheteria, pergunta:
- Olá, boa tarde, quanto custa a entrada?
O vendedor responde:
- R$ 30,00 para adultos, e R$ 20,00 para crianças de 7 a 14 anos. Crianças menores de 6 anos não pagam. Quantos anos eles têm?

1 de ago. de 2013

Gato e as botas da fé

Gato era o apelido de um menino que aceitou o convite de Jesus de juntos construírem Seu Reino de amor e paz. Ele recebeu de presente o dom da , muito mais poderoso do que a bota do Gato de Botas, que andava só 7 léguas. Com ela Gato podia chegar até o céu, pois ela removia montanhas, dava uma poderosa visão como se visse o invisível, transpunha a barreira do tempo e do espaço, dando uma certeza daquilo que não se vê e enchia o coração de esperança.



Sabendo que faltava pouco tempo para Jesus voltar e reinar sobre toda a Terra, Gato "calçou" suas BOTAS DA FÉ com a força da oração e saiu em PRONTIDÃO PARA ANUNCIAR O EVANGELHO DA SALVAÇÃO.
Como mensageiro da paz, ele sabia que sua luta não era contra pessoas, mas sim contra o mal. O que o confortava era saber que Jesus, que venceu todo o mal, estava com ele. - Vou fazer tudo que Jesus mandar e dar muitos corações para Ele. - pensou Gato.

CORAÇÃO VAZIO
O primeiro coração que Gato encontrou estava vazio. Quando ouviu falar de Jesus o coração respondeu:
- Jesus? Quem é Ele? Nunca ouvi falar...
Gato não teve dúvida e colocou o CAPACETE DA SALVAÇÃO. Ao saber da salvação em Jesus o ex-Coração Vazio se abraçava de alegria e exclamava:
- Fica comigo Jesus!
Que conversão!

CORAÇÃO DE PEDRA
Era velho, escuro e todo cheio de trancas o Coração de Pedra. Gato "se vestiu" com a COURAÇA DA JUSTIÇA e anunciou:
- A justiça protege nosso coração contra o rancor e a mágoa. Justiça é amar como Jesus amou, perdoar como Ele nos perdoou e onde abundou o pecado superabundará a graça. Cansado daquela vida, o ex-Coração de Pedra se abriu ao perdão e onde entra a justiça chega a paz!

CORAÇÃO SEM PORTA
O terceiro coração era sem porta, por isso dentro dele havia de tudo: amuletos, pirâmides, figas, trevos de quatro folhas, revistas de horóscopo... Que confusão! 
- É hora de usar o CINTO DA VERDADE que liberta de todo engano, disse Gato.
Quando Jesus passou a ser a Porta daquele coração, que transformação! Agora o coração não só encontrou uma porta, mas o Caminho, a Verdade e a Vida!

CORAÇÃO PARAFUSO
Ele ficava num buraco enorme e lá dentro dizia: Eu acho... Eu sinto... Eu penso... Para mim... Mas nunca tomava uma decisão ou saia de seu mundinho para servir ou ajudar as pessoas. Ficava como parafuso rodando em volta de si mesmo e cada vez mais afundando no mesmo lugar. Gato tomou logo o ESCUDO DA FÉ e repetiu as Palavras de Jesus: 
- Quem quiser me seguir renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me!
Cansado de ser escravo de seus próprios sentimentos, o ex-Coração Parafuso saltou daquele buraco para ter uma vida nova. Que libertação!

CORAÇÃO DA DÚVIDA
O Coração da Dúvida era cheio de interrogação- Será? E se não for verdade? Ninguém voltou pra contar.
Mas gato desembainhou a ESPADA DO ESPÍRITO SANTO que convence a respeito do pecado, da justiça e do juízo (João 16, 8).
- Jesus ressuscitou, voltou e contou que na "casa do Pai há muitas moradas". nele a gente pode confiar.
Que decisão!

ARMADURA DO CRISTÃO
O Gato reuniu todos os corações transformados pra explicar:
- Assim como o guarda de trânsito só tem autoridade quando está vestido de seu uniforme, nos fortaleceremos, no poder da força de Deus, nos revestindo com a Armadura do Cristão para resistir a toda cilada do mal. Protejam-se com a Armadura de Deus a fim de que possam resistir no dia mau, e assim, usando todos os meios, continuem firmes (Efésios 6, 10-13).

I Timóteo 6,12

"Combate o bom combate da fé. Conquista a vida eterna, para a qual foste chamado e fizeste aquela nobre profissão de fé perante muitas testemunhas"

Gostaram da nossa história, amiguinhos?
Lembre-se: Não saia de casa sem a Armadura do Cristão!



Fonte: Revista Renovação - Publicação oficial da RCC do Brasil
Acesse o site da RCC Brasil para receber a revista regularmente

15 de abr. de 2013

O leproso agradecido - Lucas 17, 11-19

Clique nas figuras para ampliar e imprimir.


Agora vamos colorir e reescrever a história com nossas palavras:




27 de mar. de 2013

A cigarra arrependida e a formiga misericordiosa


Fonte: Catequizando com Amor



Utilizamos esta peça na missa com crianças para podermos trabalharmos a mensagem central da liturgia. Ficou muito legal! Vejam abaixo o texto e postaremos também o vídeo da peça.
Narrador: Em uma linda floresta, em dia quente de verão, uma cigarrinha estava a cantar e sem se preocupar com o inverno que iria chegar!
Cigarrinha: Eu não vou trabalhar, eu não vou trabalhar, eu só quero cantar eu não vou trabalhar!
Narrador: E neste mesmo bosque existia uma formiguinha trabalhadeira, muito preocupada com o inverno que iria chegar... não poderia deixar para a última hora, pois era necessário juntar alimentos para os dias frios que viriam. Vendo a atitude da cigarra e movida de misericórdia a formiguinha falou:
Formiga: Dona Cigarra o inverno vai chegar, tenho que guardar comida e aconselho você a fazer o mesmo. Não fique somente a cantar, vá trabalhar!
Cigarrinha: Deixe de ser boboca, dona Formiga, o inverno está longe ainda, eu ainda tenho muito tempo... olha o que não falta é comida... (mostrar uma maça) Vamos cantar!
Narrador: Mas o tempo passou e vejam só! O inverno chegou e com o inverno chegou o frio intenso, a ventania! (colocar o cd da tempestade) E a formiguinha que tanto havia trabalhado foi para a sua casinha, ficar bem quentinha, com alimento, com cobertor... não precisava se preocupar ela havia recebido a recompensa pelo seu árduo trabalho.Já a cigarrinha... coitadinha não havia se preparado para aquele momento e ali no meio da tempestade com frio, com fome e a alegria que ela sentia foi embora. Pobrezinha!
Os outros animaizinhos da floresta a olhavam e diziam assim:
Animaizinhos( crianças do coral): Bem feito quem mandou ela não trabalhar, que morra de fome!
Narrador: Então a cigarrinha pensou que agora não tinha mais jeito para ela, ela estava de fato perdida iria morrer de fome. Ela se arrependeu por não ter ouvido os conselhos da formiguinha. Então a formiguinha de sua casinha viu a cigarra. E ai o que vocês acham que deve ser a atitude da formiguinha condenar ou perdoar, ter misericórdia pela cigarra?
Formiga: Dona Cigarra alimente-se e não faça isso mais de não se esforçar para ajuntar alimentos para o inverno.
Cigarra: Pode deixar dona formiga aprendi a lição a partir de hoje serei trabalhadeira como a senhora, pois foi a sua misericórdia e seu amor que me salvou.Obrigada e me desculpe por ter tratado mal.
(Cigarra e formiga se abraçam)
Formiga: Eu só queria te pedir uma coisa , vamos cantar:
(Musica)
Narrador: E você quer saber a moral desta fábula: não condene perdoe sempre assim como Jesus nos perdoa sempre.

Quer ver mais? Tem ilustrações AQUI

18 de mar. de 2013

Pena que faltou angu

Certa vez, um homem da roça resolveu preparar uma festa de casamento da sua filha. Ele queria uma festa boa mesmo, para ninguém por defeito.

Contratou as melhores cozinheiras da região e lhes pediu que fizessem do melhor. Da minha parte, disse ele, eu providencio tudo o que vocês pedirem.

Elas se dedicaram. Uns minutos antes da festa, ele foi ao local verificar como estava. Havia frango ao molho, carne de vaca, de porco, de cabrito, peixe, arroz, feijão, quibebe... Para a sobremesa havia doce de abóbora, de mamão, de batata, de leite... tudo.

A cozinheira chefe falou para ele: “Só não fizemos angu”. Ele respondeu: “Não tem importância. Com tantos pratos gostosos, ninguém vai sentir falta do angu”.

Quando terminou a festa, o sitiante ouviu várias pessoas comentando: “Que festa mais boa, só faltou angu.”. Todas as famílias que iam saindo, só comentavam sobre a falta do angu.

Há pessoas que gostam de destacar o lado negativo das pessoas e coisas. No meio de tantas qualidades, se existe um defeito, é justamente deste que se fala.

Vamos ser otimistas e destacar o lado positivo. Assim nós animamos as pessoas a continuarem na luta.

Maria Santíssima gostava de festas. Ela não só participava, mas ajudavam nas festas. Veja as Bodas de Caná. A transformação da água em vinho foi para que a falta de vinho não estragasse a festa.



Adaptação: Pe. Queiroz

www.a12.com

27 de set. de 2012

A história da Cigarra e da Formiga contada de uma outra maneira


 Era um dia de verão e uma formiga andava pelos campos colhendo trigo e outros cereais (além de muitas guloseimas, é claro!), para ter algo para comer no inverno.

Uma cigarra viu a formiga e ficou surpresa porque aquilo era tão difícil e ela trabalhava sem parar enquanto os outros animais descansavam sem se preocupar com nada.


O inverno  chegou e a cigarra não tinha abrigo e nem comida, resolveu então pedir ajuda à formiga.


A formiga recebeu a cigarra em sua casa, onde estava quentinho e havia bastante comida.


Durante aquele inverno a cigarra tocava seu violão e cantava, enquanto as formigas dançavam... E assim todos estavam bem aquecidos e alimentados, além de se divertirem bastante!



"Cada um recebe de Deus o seu dom particular; um tem este dom, e outro tem aquele". 
1Cor 7,7



Para Colorir: 

E o pessoal do Catequizando com Amor fez um teatro com essa história, olha que legal:




29 de set. de 2011

A princesinha que não sabia brincar


Havia numa floresta, uma aldeia cheia de crianças. Elas brincavam descalças e felizes todos os dias. Pegavam cipó e faziam um balanço! Pegavam meia velha e brincavam de bola e queimada! Com o sabugo do milho faziam uma linda boneca! Com restos de galhos fabricavam carrinhos! Os animais eram seus amiguinhos e podia chover ou fazer sol, elas brincavam até cansar!
Na aldeia existia uma professora que dava aula pra todas as séries. Então ela era amiga de todas as famílias e amava seus alunos. Eles eram crianças muito simples, mas faziam as lições de casa com muito capricho!
Perto da aldeia existia um grande e lindo castelo! Era tão grande que chegava a ser maior que a aldeia. Dentro dele morava uma menina que tinha de tudo. Ela tinha uma caixa cheia de brinquedos e toda vez que seus pais iam pra outra cidade compravam mais brinquedos pra ela. Só que não adiantava, ela não brincava e vivia triste sem saber o motivo. É que a menina não conhecia outras crianças e brincava sozinha. Um dia ela adoeceu e chamaram um médico da capital, o melhor médico pediatra. O médico fez todos os exames e viu que o que faltava pra menina eram amiguinhos.
Ninguem pode viver só - disse o médico!
Então os pais da menina resolveram levá-la pra fora pra que ela conhecesse outras crianças!
Quando chegaram à aldeia, ela escutou de longe as gargalhadas das crianças brincando e viu que elas estavam descalças e ficou com nojo (vocês sabem como é cara de nojo?)!
Mas as crianças nem ligaram e convidaram ela pra sentar no chão e brincar de passa anel! Ela achou engraçado e brincou o dia inteiro, pois era sábado e não tinha aula!
Quando voltou pra casa estava tão feliz que contava tudo de uma vez, qual foi a brincadeira que mais gostou, de como foi ajudada a subir em uma árvore, que comeu fruta no pé (alguém aqui já comeu fruta no pé?)! Pois é... La na aldeia tem muitos pés de laranja, banana, mexirica, fruta-do-conde... E a menina era tão rica, mas nunca tinha comido fruta no pé! Foi dormir, mas não conseguia, pois queria voltar lá no domingo pra brincar!
Quando chegou domingo ela acordou bem cedo, se vestiu e logo pediu aos pais se poderia levá-la pra aldeia, mas os pais fizeram ela tomar um café da manhã primeiro! Quando chegou à aldeia, viu que as crianças estavam indo na direção da igrejinha e ficou intrigada porque elas não estavam brincando, seguiu as crianças e foi convidada a entrar e participar da santa missa! Ela não sabia o que era isso (vocês conhecem alguém que não sabe o que é a santa missa?).
O Padre Tenório explicou bem direitinho que “Deus ama quem dá com alegria”
Que quem tem muito deve dividir com aqueles que têm pouco e ela tinha recebido das crianças da aldeia tudo que elas tinham: amor, alegria, paz, bondade, fidelidade, mansidão, amizade, paz, inocência!
Quando acabou a Missa a menina saiu da igreja e foi correndo pro seu castelo, abriu sua caixa de brinquedos e resolveu doar tudo que ela tinha a mais (coloque em uma caixa desenhos de vários brinquedos repetidos pra as crianças sugerirem pra ela doar). Doou bonecas porque ela tinha muitas, jogos, bolas... As crianças da aldeia ficaram felizes e ela também, porque aprendeu o valor da amizade e conheceu a palavra de Deus, se sentia uma criança feliz!

Havia numa floresta, uma aldeia cheia de crianças. Elas brincavam descalças e felizes todos os dias. Pegavam cipó e faziam um balanço! Pegavam meia velha e brincavam de bola e queimada! Com o sabugo do milho faziam uma linda boneca! Com restos de galhos fabricavam carrinhos! Os animais eram seus amiguinhos e podia chover ou fazer sol, elas brincavam até cansar!
Na aldeia existia uma professora que dava aula pra todas as séries. Então ela era amiga de todas as famílias e amava seus alunos. Eles eram crianças muito simples, mas faziam as lições de casa com muito capricho!
Perto da aldeia existia um grande e lindo castelo! Era tão grande que chegava a ser maior que a aldeia. Dentro dele morava uma menina que tinha de tudo. Ela tinha uma caixa cheia de brinquedos e toda vez que seus pais iam pra outra cidade compravam mais brinquedos pra ela. Só que não adiantava, ela não brincava e vivia triste sem saber o motivo. É que a menina não conhecia outras crianças e brincava sozinha. Um dia ela adoeceu e chamaram um médico da capital, o melhor médico pediatra. O médico fez todos os exames e viu que o que faltava pra menina eram amiguinhos.
Ninguem pode viver só - disse o médico!
Então os pais da menina resolveram levá-la pra fora pra que ela conhecesse outras crianças!
Quando chegaram à aldeia, ela escutou de longe as gargalhadas das crianças brincando e viu que elas estavam descalças e ficou com nojo (vocês sabem como é cara de nojo?)!
Mas as crianças nem ligaram e convidaram ela pra sentar no chão e brincar de passa anel! Ela achou engraçado e brincou o dia inteiro, pois era sábado e não tinha aula!
Quando voltou pra casa estava tão feliz que contava tudo de uma vez, qual foi a brincadeira que mais gostou, de como foi ajudada a subir em uma árvore, que comeu fruta no pé (alguém aqui já comeu fruta no pé?)! Pois é... La na aldeia tem muitos pés de laranja, banana, mexirica, fruta-do-conde... E a menina era tão rica, mas nunca tinha comido fruta no pé! Foi dormir, mas não conseguia, pois queria voltar lá no domingo pra brincar!
Quando chegou domingo ela acordou bem cedo, se vestiu e logo pediu aos pais se poderia levá-la pra aldeia, mas os pais fizeram ela tomar um café da manhã primeiro! Quando chegou à aldeia, viu que as crianças estavam indo na direção da igrejinha e ficou intrigada porque elas não estavam brincando, seguiu as crianças e foi convidada a entrar e participar da santa missa! Ela não sabia o que era isso (vocês conhecem alguém que não sabe o que é a santa missa?).
O Padre Tenório explicou bem direitinho que “Deus ama quem dá com alegria”
Que quem tem muito deve dividir com aqueles que têm pouco e ela tinha recebido das crianças da aldeia tudo que elas tinham: amor, alegria, paz, bondade, fidelidade, mansidão, amizade, paz, inocência!
Quando acabou a Missa a menina saiu da igreja e foi correndo pro seu castelo, abriu sua caixa de brinquedos e resolveu doar tudo que ela tinha a mais (coloque em uma caixa desenhos de vários brinquedos repetidos pra as crianças sugerirem pra ela doar). Doou bonecas porque ela tinha muitas, jogos, bolas... As crianças da aldeia ficaram felizes e ela também, porque aprendeu o valor da amizade e conheceu a palavra de Deus, se sentia uma criança feliz!

Escrita por:
Marli Rodrigues Duque Borges
Ministério para crianças – Grupo de Oração S. Vicente de Paula - Americana/SP

A cidade dos bichos

Tema: Viver em comunidade
Objetivo: descobrir como é bom viver em comunidade
Dividir as crianças em grupinhos e cada grupo será uma família da cidade dos bichos, eles devem dramatizar a estória

Sr. João de Barro todos os dias acordava bem cedo pra construir sua casinha; ele juntava terra com a água, mexia bem com o biquinho e com esse barro ele fazia as paredes de sua casa. Ele e sua família moravam em cima do pé de laranja, ele era um ótimo construtor, o melhor pedreiro da floresta.
Na floresta tinha também uma linda família de coelhos que adoravam se exibir com suas novas roupas, todos os dias os filhos da Sra. Coelho desfilavam um modelo novo de roupa costurada pela mamãe. Sr. Dentuço ficava todo orgulhoso porque seus filhos eram os bichinhos mais bem vestidos da floresta.
Mas bichos esforçados eram os gambás! Todos da família levantavam muito cedo e iam pra roça, plantavam milho, arroz, feijão, abóbora, morangos, a mesa deles era a mais farta e os filhos da família gambá eram os mais saudáveis.
Os outros bichos viviam felizes sem se importar com ninguém, comiam  frutas e plantas que nasciam na floresta e dormiam da maneira que a natureza lhes provia.
Um dia um vendaval  muito forte passou pela floresta destruindo tudo, por sorte ninguém se machucou, mas as árvores foram todas derrubadas.
João de barro tratou logo de arrumar um tronco de árvore caído no chão e começou a construir uma nova residência.
Os outros bichos tremiam de frio e sem lugar para dormir e nem o que comer, começaram a chorar  e pensar o que seria deles.
Mas a ovelhinha teve uma idéia!
Podemos pedir ao João de Barro que construa uma casa para nós, afinal ele é um excelente pedreiro, barro tem bastante, vamos lá pessoal!
E foram! Mas João de Barro disse que não poderia porque quando terminasse de construir sua casa ele iria voando procurar alguma coisa pra seus filhos comerem, pois eles estavam desde cedo ajudando na construção da casa sem comer nada!
Aí a família de gambás propôs uma troca, eles buscariam o alimento que eles tinham guardado num lugar bem enterrado, no alto da floresta para quando chegasse o inverno, e dividiriam com o João de Barro em troca de uma casa. E em troca de roupas pra esquentar sua família, dividiria também com os coelhos!
A ovelha e suas irmãs doaram lã para confeccionar roupas bem quentinhas.
E assim, João de Barro e toda sua família, que eram bons construtores, construiu casa por casa, de cada família de bichinhos da floresta, cada um partilhando aquilo que tinha com os demais e todos tinham casa pra morar, roupa pra vestir, comida farta na mesa todos os dias e o mais importante, no final do dia  eles se reuniam no meio da cidade dos bichos, pra cantar e partilhar como fora o dia de cada um. Depois brincavam, dançavam e cantavam até a hora de dormir!

Escrita por:
Marli Rodrigues Duque Borges
Ministério para crianças – Grupo de Oração S. Vicente de Paula - Americana/SP

Figuras para ilustrar a estória:






Que tal fazer máscaras com as crianças?




Fonte: Google Imagens


28 de ago. de 2011

Eu era feliz e não sabia

Era uma vez uma mãe de família que estava muito, muito infeliz, porque morava em uma casa muito pequena, ela tinha muitos filhos e gostaria de poder vesti-los bem, levá-los para passear de vez em quando, seu marido não ajudava em nada... Aquela mulher achava a vida dela insuportável.

Então ela foi pedir ajuda ao pároco da cidade...

Chegando lá, contou seu drama ao padre, que lhe entregou um bode recomendando que o colocasse morando dentro de casa. Pediu-lhe que voltasse após uma semana.

- E daí? - Perguntou o padre - Como está sua vida agora? 

A mulher respondeu:

- Seu padre, o que o senhor pediu para eu fazer?!?! Ninguém aguenta mais o cheiro daquele bode, todos temos que viver em função dele, que come o que vê pela frente, faz suas necessidades em qualquer lugar... Até em cima de minha cama... Nossa vida virou um verdadeiro inferno. Está insuportável, está pior que antes!!!...

O padre então falou:

- Agora vá para casa e retire o bode de sua moradia, devolva-me e volte daqui um mês.

Um mês depois...

-E daí como passou durante todo este mês? Perguntou o pároco.

A mulher lhe respondeu radiante:

- Seu padre, estou tão feliz sem aquele bode, minha vida está maravilhosa! Tudo voltou a ser como era antes... Obrigada seu padre!



9 de fev. de 2011

A escola dos bichos



(Rosana Rizzuti)


Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Para isso reuniram-se e começaram a escolher as disciplinas.

O Pássaro insistiu para que houvesse aulas de voo. O Esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental. E o Coelho queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída.
E assim foi feito, incluíram tudo, mas…

Cometeram um grande erro. Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos oferecidos.

O Coelho foi magnífico na corrida, ninguém corria como ele. Mas queriam ensiná-lo a voar.

Colocaram-no numa árvore e disseram: “Voa, Coelho”. Ele saltou lá de cima e “pluft”…
Coitadinho! Quebrou as pernas. O Coelho não aprendeu a voar e acabou sem poder correr também.

O Pássaro voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavar buracos como uma topeira.

Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, e nem mais cavar buracos.


SABE DE UMA COISA?
Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais qualidades próprias dadas por DEUS.
Não podemos exigir ou forçar para que as outras pessoas sejam parecidas conosco ou tenham nossas qualidades.
Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram, e no final, elas poderão não ser o que queríamos que fossem e ainda pior, elas poderão não mais fazer o que faziam bem feito.
RESPEITAR AS DIFERENÇAS É AMAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO.

21 de nov. de 2010

O Menino e as Flores


Certo dia correndo no transito da rua, trombei com um estranho e disse-lhe:
- Oh, me desculpe, por favor!
E ele disse:
- Ah, desculpe-me também, eu simplesmente nem te vi!
Nós fomos muito educados um com o outro.
Então, nos despedimos e cada um foi pro seu lado.
Mais tarde naquele mesmo dia eu estava fazendo o jantar e meu filho parou do meu lado tão em silêncio que eu nem percebi.
Quando eu me virei, Eu lhe dei uma bronca.
"Saia do meu caminho garoto!"
E eu disse aquilo com certa braveza, e ele foi embora, certamente com seu pequeno coração partido..
Eu nem imaginava como havia sido rude com ele.
Quando eu fui me deitar, eu podia ouvir a voz calma e doce de Deus me dizendo:
“Quando falava com um estranho, quanta cortesia você usou!
Mas com seu filho, a criança que você ama, você nem sequer se preocupou com isso!
Olhe no chão da cozinha, você verá algumas flores perto da porta..
Aquelas são flores que ele trouxe pra você.
Ele mesmo as pegou, a cor-de-rosa, a amarela e a azul.
Ele ficou quietinho para não estragar a surpresa, e você nem viu as lágrimas nos olhos dele".
Nesse momento, eu me senti muito pequena e agora, o meu coração era quem derramava lágrimas.
Então eu fui até a cama dele e ajoelhei ao seu lado.
“Acorde filhinho, acorde. Estas são as flores que você pegou pra mim?”
Ele sorriu, "Eu as encontrei embaixo da árvore.
Eu as peguei porque as achei tão bonitas como você!
Eu sabia que você iria gostar, especialmente da cor azul”
Eu disse, "filho, eu sinto muito pela maneira como agi hoje.
Eu não devia ter gritado com você daquela maneira.”
E ele disse. "Ah papai, não tem problema, eu te amo mesmo assim!!”
Eu disse: "Filho, eu também te amo. E eu gostei das flores, especialmente a azul."
Será que estamos tratando as pessoas que convivemos com o amor que realmente elas merecem?

Vamos pedir a Deus que nos dê: paciência, amor, perseverança e um coração de criança... Principalmente com os que estão mais próximos de nós: pais, mães, filhos, irmãos... parentes... amigos...


Fonte: Igreja Hoje


10 de nov. de 2010

Deixe a Raiva Secar...


Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas.

No dia seguinte, Júlia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.
Mariana não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã. 
Júlia então pediu à coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Mariana não queria emprestar, mas com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial. 
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão. 
Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada. 
Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:
- Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo?
Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão. 
Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria ir ao apartamento de Júlia pedir explicações.
Mas a mãe, com muito carinho ponderou:
- Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa? 
Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. 
Você lembra o que a vovó falou? 
Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar.
Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa.
Deixa a raiva secar primeiro.
Depois fica bem mais fácil resolver tudo.
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão.
Logo depois alguém tocou a campainha.
Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.
Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
- Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente?
Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. 
Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado.
Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você.
Espero que você não fique com raiva de mim.
Não foi minha culpa.
- Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou.
E dando um forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.

Nunca tome qualquer atitude com raiva. 
A raiva nos cega e impede que vejamos as coisas como elas realmente são. 
Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posição ponderada e correta. 
Diante de uma situação difícil. Lembre-se sempre: Deixe a raiva secar.