14 de set de 2010

Ser honesto e confiável - mesmo quando ninguém está olhando.

"Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito, 
e quem é desonesto no pouco, também é desonesto no muito." 
Lucas 16,10
 

O que você faria se você estivesse andando pela sala de aula e visse cinco reais no chão perto da mesa da sua professora? Será que você pegaria e daria a ela, ou será que você olharia ao redor para se certificar de que ninguém estivesse prestando atenção, em seguida, colocaria no seu bolso?
E o que você faria se ao sair daqui, quando estivesse andando para casa, encontrasse um saco como este - e quando olhasse dentro dele, você descobrisse que ele tinha um monte de dinheiro? Contaria para seus pais para que eles levassem à polícia, ou você diria: "Oba! Este deve ser meu dia de sorte?"

Um dia D. Cláudia, mãe de Robertinho, mandou que ele fosse à padaria comprar uns pães. Ela deu dois reais a ele e disse que ele poderia ficar com o troco. Quando Robertinho pagou o pão, o caixa acidentalmente lhe deu dinheiro a mais de troco. Robertinho soube imediatamente que era muito dinheiro. O que ele deve fazer? Dizer ao caixa que ele cometeu um erro, ou ficar quieto? O que você faria?

Amanda estava atravessando o pátio da escola e olhando para baixo e viu uma nota de cinco reais no chão. Não havia nenhuma maneira de saber quem tinha perdido o dinheiro e ninguém nunca saberia que ela simplesmente pegou e colocou em seu bolso. O que ela deve fazer? O que você faria?

Alex encontrou um saco de dinheiro embrulhado como um presente contendo 200 reais em cima de uma máquina de coca cola em sua escola. Nossa! É um monte de dinheiro! Basta pensar em todas as coisas que você pode fazer com R$ 200,00! O que Alex deve fazer? O que você faria?
Todos os dias somos confrontados com decisões que testam nossa honestidade. Pode ser uma pequena quantidade de troco a mais, dois ou cinco reais encontrados no chão, ou uma grande quantidade de dinheiro, como Alex encontrou na escola. A quantidade de dinheiro não é importante, é uma questão de fazer o que é certo.

Um dia Jesus contou aos seus discípulos uma história sobre um homem rico que tinha um gerente, e o gerente estava usando o dinheiro do homem para si mesmo. O homem rico descobriu que o gerente estava gastando seu dinheiro e o chamou para prestar contas de sua administração, pois não iria mais ser seu gerente. Uma vez que o gerente sabia que ele ia ser demitido, ele veio com um plano que iria fazer um monte de amigos. Ele chamou o povo que devia dinheiro ao seu chefe e perguntou-lhes o quanto deviam. Quando dizia a eles o quanto eles deviam, ele falava que eles tinham que pagar uma quantia muito menor. Como você pode imaginar, as pessoas estavam muito satisfeitas em apenas ter de pagar uma fração do que deviam. O gerente já tinha muitos amigos para ajudá-lo quando ele já não tivesse um emprego.

Depois de contar esta história, disse Jesus aos seus discípulos: "Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito, e quem é desonesto no pouco, também é desonesto no muito." Se podemos ter certeza de que somos honestos nas coisas pequenas, então podemos ter certeza de que vamos ser honestos nas coisas grandes. Se as pessoas sabem que podem confiar em nós nas pequenas coisas, elas sabem que podem confiar em nós nas coisas grandes também.

Eu também vou contar a vocês uma história real sobre uma pessoa que encontrou uma grande quantidade de dinheiro e optou por fazer a coisa certa.


Caminhoneiro devolve R$ 17 mil encontrados em posto
Homem de 41 anos diz ter passado dois dias em busca do dono do dinheiro.
Agrônomo perdeu em Promissão (SP) quantia que seria usada para comprar gado.
O caminhoneiro Valdir Costa dos Santos, de 41 anos, devolveu R$ 17 mil que achou no estacionamento de um posto de combustíveis às margens da BR-153, no município de Promissão, a 467 km de São Paulo. Santos comprou dois cartões de orelhão e passou dois dias para procurar e marcar um encontro com o engenheiro agrônomo José Carlos de Oliveira, dono do dinheiro.
Na noite de terça-feira, os dois se encontraram em de São José do Rio Preto, no interior paulista, para a devolução. O agrônomo tinha retirado o dinheiro do banco para comprar gado. Ele recebeu a pochete com os R$ 17 mil intactos. Até então, Santos nem sabia quanto havia dentro da bolsa e recusou recompensa. "Apenas pedi para ele orar por mim e por minha família que já estava bem pago", contou.
O caminhoneiro, que ganha cerca de R$ 1,2 mil por mês, disse não ver virtude alguma em devolver um dinheiro achado. "Não fiz mais que minha obrigação, mas meus amigos me chamaram de burro", disse. "Para mim, o que importa é dar um bom exemplo para os meus filhos", afirmou Santos, pai de cinco filhos em Curitiba.

Quando ouvimos histórias como esta, paráramos para pensar e nos perguntamos: "O que eu teria feito se eu tivesse encontrado todo esse dinheiro?" Para encontrar a resposta a essa pergunta, pergunte a si mesmo: "O que eu faria se eu encontrasse cinco reais no chão ao lado de mesa do meu professor?".  Você vê? A honestidade não é uma questão de quanto dinheiro está envolvido, é uma questão de fazer a coisa certa.

Oração: Querido Pai, ajuda-nos a lembrar o que Jesus ensinou sobre a honestidade e nos ajude a ser honesto em qualquer situação, grande ou pequena. Em nome de Jesus pedimos. Amém.


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