28 de ago. de 2011

Parabéns!

a todos os catequistas de crianças e de adultos, como é o caso do meu marido (rsrsrs), que Deus Paizinho derrame bençãos sobre bençãos na vida de cada um!!!!


E tem notícia boa que a Cláudia trouxe!!!!

Os CATEQUISTAS UNIDOS estão listados no Blog de Catequese da CNBB!

E agora nós Catequistas Unidos, vamos lá agradecer!
Divulguem em suas paróquias e blogs.


Eu era feliz e não sabia

Era uma vez uma mãe de família que estava muito, muito infeliz, porque morava em uma casa muito pequena, ela tinha muitos filhos e gostaria de poder vesti-los bem, levá-los para passear de vez em quando, seu marido não ajudava em nada... Aquela mulher achava a vida dela insuportável.

Então ela foi pedir ajuda ao pároco da cidade...

Chegando lá, contou seu drama ao padre, que lhe entregou um bode recomendando que o colocasse morando dentro de casa. Pediu-lhe que voltasse após uma semana.

- E daí? - Perguntou o padre - Como está sua vida agora? 

A mulher respondeu:

- Seu padre, o que o senhor pediu para eu fazer?!?! Ninguém aguenta mais o cheiro daquele bode, todos temos que viver em função dele, que come o que vê pela frente, faz suas necessidades em qualquer lugar... Até em cima de minha cama... Nossa vida virou um verdadeiro inferno. Está insuportável, está pior que antes!!!...

O padre então falou:

- Agora vá para casa e retire o bode de sua moradia, devolva-me e volte daqui um mês.

Um mês depois...

-E daí como passou durante todo este mês? Perguntou o pároco.

A mulher lhe respondeu radiante:

- Seu padre, estou tão feliz sem aquele bode, minha vida está maravilhosa! Tudo voltou a ser como era antes... Obrigada seu padre!



26 de ago. de 2011

Selinhos Recebidos

Da Tereza - Catequese Casa Forte


e da Lourdes - Catequista Decca



Obrigada, queridas!!!
Repasso para TODOS os evangelizadores de crianças que passam por aqui!!!
Deus os abençoe!!!

25 de ago. de 2011

Que diferença nós estamos fazendo no mundo?

Meu irmão, minha irmã, eu peço que você leia com atenção o breve texto abaixo, que retrata um estilo de vida que muito nos diz respeito:

“Eles estão na carne, mas não vivem segundo a carne; moram na terra, mas têm sua cidadania no céu; obedecem às leis estabelecidas, mas com sua vida ultrapassam as leis; amam a todos e são perseguidos por todos; são desconhecidos e, apesar disso, condenados; são mortos e, desse modo, lhes é dada a vida; são pobres, e enriquecem a muitos; carecem de tudo, e têm abundância de tudo; são desprezados e, no desprezo tornam-se glorificados; são amaldiçoados e, depois, proclamados justos; são injuriados, e bendizem; são maltratados, e honram; fazem o bem, e são punidos como malfeitores; são condenados, e se alegram como se recebessem a vida” (carta a Diogneto, n. 5).

Você certamente já sabe a respeito de quem o autor está falando. Esse é um texto muito antigo, escrito nos inícios da propagação da fé cristã.
Nas origens, aqueles que eram “autenticamente” cristãos davam esse tipo de testemunho, tanto que muitos estudiosos, que se dedicam a analisar a vida das primeiras comunidades cristãs, atestam que a mensagem evangélica, a fraternidade vivida nos grupos e o testemunho de santidade, indo até o martírio, levaram muitos a aderirem à nova religião.

Na sequência do texto, o autor diz: “Em poucas palavras, assim como a alma está no corpo, assim os cristãos estão no mundo”. Eles, os cristãos, davam vida ao mundo!
E com quem aprenderam a ser assim? Com o Senhor Jesus, claro! Sim, os cristãos, verdadeiramente fiéis, imitavam Jesus Cristo, tendo por base a Doutrina propagada pelos apóstolos.

E quanto a nós? Se alguém se dedicar a nos observar e retratar o nosso estilo de vida, hoje, como irá nos descrever? Nós, que somos católicos, que frequentamos a Missa, Grupos de Oração, que imagem passamos aos que nos conhecem, convivem conosco?
É necessário que façamos essa autoavaliação, porque temos o compromisso de dar testemunho de vida.  Esse é o primeiro meio de evangelização, como nos ensina Paulo VI (Evangelli Nuntiandi, n. 41).

Então, como estamos vivendo? Como temos conduzido nossa vida? Nossos pensamentos, sentimentos, ações são parecidos com os de Jesus?
Em quem nos espelhamos? Qual o papel dos Evangelhos em nossa vida? Eles pautam nosso agir? O que Jesus ensinou, nós buscamos fazer? Temos nos esforçado para isso?

Recebemos uma missão: ser “rosto e memória de Pentecostes”. Devemos mostrar ao mundo a face do cristianismo autêntico; não deixar cair no esquecimento o modelo de vida de nossos pais na fé. Isso é reimplantar uma cultura que já esteve fortemente presente na humanidade. Somos chamados a resgatar, na força que vem do alto, a “Cultura de Pentecostes”.

Somente cheios do Espírito Santo poderemos viver como Jesus viveu. Somente o Paráclito pode nos dar coragem para anunciar, viver o amor fraterno, a santidade. Clamemos sem cessar por sua presença, para que o mundo veja e creia.


Em Cristo,

Lúcia V. Zolin
Coord. nacional da Comissão e do Ministério de Comunicação Social da RCCBRASIL

23 de ago. de 2011

"Que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, mas perder a sua vida?" - Mateus 16, 21-26

Tema: Colocar as coisas em ordem de prioridade
Material: Um apito


Palavra: "Que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, mas perder a sua vida?" (Mateus 16,26)
Alguma vez você já quis tanto algo que daria qualquer coisa para tê-lo? 
Hoje eu vou contar a história de um menino e um apito. O menino desta história se chama Ben. Seu nome completo era Benjamin Franklin. Benjamin Franklin foi um dos homens mais inteligentes que nosso mundo já conheceu, mas na história de hoje, ele fez algo muito estúpido.

Esta história ocorreu quando Ben tinha sete anos de idade. Num feriado, seus amigos encheram seu bolso de moedas e ele, animado, foi corredo para uma loja de brinquedos. No caminho, Ben ficou encantado com o som de um apito que estava nas mãos de um outro garoto. O pequeno Ben ofereceu todas as moedas que tinha no bolso por aquele apito. O outro garoto aceitou. Benjamin foi para casa alegre, soprando aquele apito que tanto o dava prazer, apesar de incomodar sua família. Seus irmãos, suas irmãs e seus primos, quando souberam da barganha feita, disseram que o pobre Franklin tinha dado quatro vezes mais dinheiro do que o apito realmente valia. Os risos que se seguiram fizeram-no refletir: ele tinha dado demais pelo apito, e a reflexão lhe dava mais dor do que o apito lhe dava prazer... 


Algumas crianças querem ser populares com certo grupo de crianças na escola. Às vezes fazem até coisas que sabem que são erradas, porque acreditam que assim terão muitos amigos. Elas estão pagando demais pelo apito...
Algumas crianças querem sempre ser os vencedores nas brincadeiras e competições. Elas estão dispostos a trapacear para ganhar. Estas crianças estão pagando demais pelo apito...
Algumas crianças acreditam que a coisa mais importante na vida é ter alguns brinquedos, celulares, computadores, etc., outras dão muito valor para aparência, querem ter sempre roupas novas e de marca, mas elas nunca teem tempo para Deus. Estão pagando demais pelo apito...

Há algo que você quer tanto que você está disposto a dar tudo que você tem para isto? Jesus perguntou certa vez: "Que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, mas perder a sua vida?" (Mateus 16,26). E aí, você está pagando demais pelo apito?

Citação: Matthews, Brander, ed. O Livro Oxford de Ensaios americano. New York: Oxford University Press, 1914, Bartleby.com, 2000. www.bartleby.com/109/2.html



Oração: Querido Jesus, ajude-me a ficar atento(a) para que sempre que eu for tentado(a) a ter ou fazer algo a qualquer custo, lembre que devo dar-lhe o primeiro lugar em minha vida. Amém.

Para colorir:



Palavras Cruzadas e Caça Palavras (para as crianças maiores): baixe aqui


Durante a semana postarei mais algumas atividades.

Que Deus Paizinho nos dê uma semana abençoada!


20 de ago. de 2011

Dar um sentido ao Sofrimento



Histórias de mística de seis anos contadas pela sua irmã. Antonietta Meo, conhecida como Nennolina, poderá ser beatificada.
Por Carmen Elena Villa
ROMA, segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009 (ZENIT.org).- Em pleno centro de Roma, muito perto da basílica de São João de Latrão, encontra-se a casa onde nasceu e viveu Antonietta Meo, mais conhecida como Nennolina. Lá mora Margherita, sua irmã mais velha, que agora tem 87 anos.
Nennolina foi reconhecida como venerável pelo Papa Bento XVI em dezembro de 2007 e foi apresentada como modelo de inspiração para as crianças (cf. Zenit, 20 de dezembro de 2007). Poderá ser a beata não mártir mais jovem da história da Igreja. Nasceu em 1930 e morreu em 1937, aos seis anos, logo que foi detectado um osteossarcoma (câncer ósseo) no joelho; apesar de ter de amputar a perna, houve metástase em todo o corpo.
Antonietta, menina muito alegre e profundamente espiritual, ofereceu suas dores, como Jesus no Calvário, pela conversão dos pecadores, pelas almas do purgatório e para que não começasse a guerra.
Foram muitas as cartas que ela escreveu a Jesus. Antes de aprender a escrever, ela as ditava a Maria, sua mãe; depois as redigia sozinha. Nas últimas, assinava «Antonietta e Jesus». Por trás das frases simples há um surpreendente conteúdo místico e teológico.
«Jesus, dá-me a graça de morrer antes de cometer um pecado mortal», dizia a pequena em uma de suas cartas.
Na Basílica da Santa Cruz em Jerusalém, que foi sua paróquia, encontra-se seu túmulo, assim como algumas de suas relíquias: suas roupas, seus brinquedos e alguns manuscritos. Lá, Antonietta recebeu os sacramentos do Batismo, Confirmação e a Primeira Comunhão.
Zenit conversou com Margherita Meo, a irmã de Nennolina. Ela tinha 15 anos quando Nennolina morreu. Sua casa está cheia das fotos e retratos da irmãzinha venerável. Esta anciã conserva intactas as histórias de sua irmã, a quem sempre amou com particular afeto.
Uma infância cheia de amor
A infância de Antonietta foi tranquila e muito feliz. Tinha as ocorrências típicas das crianças de sua idade. No diário que sua mãe escreveu, publicado pela associação Apostolicam Actuositatem, ela conta como Nennolina, ao passar junto ao Coliseu Romano, disse-lhe: «Veja! Um copo quebrado!».
Por sua profunda fé e pela fé de seus pais, a pequena Antonietta foi inscrita aos 4 anos na Ação Católica.
Em outubro de 1934, começou a ir à escola materna das irmãs Zeladoras do Sagrado Coração. Gostava muito de ir à escola. Dizia que ao obedecer às suas professoras, obedecia também ao plano de Deus.
As aventuras com suas colegas eram diveritdas, e ao mesmo tempo falam de seu espírito. «Havia um menino que se chamava Michelino. Sempre o castigavam e ela pediu à professora que o perdoasse. ‘Và falar com a diretora’, disse-lhe um dia a professora. E ela foi. A diretora se comoveu e o perdoou», recorda Margherita.
Sofrimento com sentido
Por causa do Cãncer, tiveram de amputar a perna esquerda de Nennolina em 25 de abril de 1936. Recorda Margherita que seus pais sofreram ao pensar como seria a dor da pequena. Ao despertar da operação, sua mãe disse a Antonietta: «Filha: tu disseste que, se Jesus queria tua mão, tu lhe darias. Agora Ele te pediu que lhe dês tua perna» e ela respondeu: «dei minha perna para Jesus».
«A primeira noite após a amputação foi terrível – testemunha Margherita. Mas ela oferecia todas as suas dores. Até o ponto de que, quando se completou um ano desde operação, ela celebrou muito contente, porque era um ano de oferecimento a Jesus.»
Meses depois começou a ir à escola com uma prótese de madeira. Na noite do Natal seguinte, ela fez a Primeira Comunhão. «Ajoelhou-se para receber a Primeira Comunhão e inclusive na segunda e terceira missa de Natal ela se ajoelhou», conta Margherita.
Era muito doloroso caminhar, mas ela repetia com alegria: «Que cada passo que dou seja uma palavra de amor». «Os remédios provocaram muita dor e ela ficava pálida, tremia», testemunha Margherita.
Em 22 de maio de 1937, Antonieta teve de interromper a escola, devido a que o tumor havia sofrido metástase. Entrou no hospital São Stefano Rotondo, onde pouco tempo depois recebeu o sacramento da Unção dos Enfermos. Lá começou sua agonia, que durou um mês e meio.
Sua mãe conta no diário que muitos iam visitar a pequena e que uma das religiosas enfermeiras que cuidava dela perguntou: «Antonieta, como pudeste suportar em silêncio?», e ela respondeu: «Se eu tivesse gritado, teriam me escutado em São João de Latrão».
Em sua última carta antes de morrer, Nennolina escrevia a Jesus, dizendo: «Eu te agradeço porque Tu me mandaste esta doença, pois é um meio para chegar ao paraíso. (…) E te confio meus pais e a Margherita».
O que é a santidade
Margherita recorda que a morte de Antonieta comoveu profundamente todos os que a conheciam: «Seu funeral foi na paróquia. O pároco não queria a cor preta, porque dizia que ela era um anjo. Preferiram o branco para a liturgia».
A irmã de Antonietta assegura que esta pequena mística ainda continua convertendo muitos corações. Diz que, uma tarde, um sacerdote amigo seu lhe comentou que há algum tempo encontrou um fiel que se havia divorciado de sua esposa e morava agora com outra mulher.
«O sacerdote tinha em sua mão um livro de Antonietta e aconselhou ao paroquiano, que havia sido um oficial do exército, que o lesse. O homem lhe respondeu escandalizado que ele, um alto oficial do exército, não podia ler a história de uma criança. Ao final, pela insistência do sacerdote, aceitou e pegou o livro. Na manhã seguinte, o sehor oficial foi ver o pároco, havia lido o livro a noite toda e voltou arrependido à casa de sua família.»
A anciã assegura que a vida simples e bela de Antonietta é um exemplo de santidade nas coisas pequenas: «para mim, ser santa é aceitar dia a dia o que Deus quer e amar todos os demais, também as pessoas que parecem que não o amam. Com o amor se pode superar todos os obstáculos», confessa.
Qual é sua atitude diante do sofrimento? Pense nisso…
Muitas vezes nos encontramos em situações tão dificies que achamos que não vamos conseguir. Mas existe uma esperança, DEUS é quem nos sustenta.
Deus abençoe você.
Fonte: ZENIT
Tia Tininha – Departamento Infantil Canção Nova

19 de ago. de 2011

Programação do Louvor dos Pequeninos

10h – Acolhida / Oração inicial (Coroinha do Menino Jesus)
10h30 – Louvor
11h – Palavrinha de Deus
11h15 – Louvor
11h30 – Pregação para pais
Oficinas p/ crianças
12h30 – Intervalo
13h – Louvor
13h30 – Missa e Benção do Santíssimo (Pe. Adinam – Bauru)
16h – Teatro – O Circo da Verdadeira Alegria
(Irmãs Carmelitas Mensageiras do Espírito Santo – São Paulo)

17 de ago. de 2011

Tá chegando o dia!!!


II Louvor dos Pequeninos

"Da boca das crianças e dos pequeninos sai um louvor
que confunde vossos adversários, e reduz ao silêncio vossos inimigos"
Salmo 8,3

- Evento para toda a família participar junta (os pais irão cuidar das crianças, nós iremos evangelizar)
- Não precisa fazer inscrição
- Entrada livre e gratuita

- Aberto ao público em geral

- Louvor
- Oração
- Missa com liturgia infantil e benção do Santíssimo com Pe. Adinam (Bauru) o mesmo padre que celebrou a Missa no I Louvor dos Pequeninos (Sensacional!!!)
- Teatro com as Irmãs Carmelitas Mensageiras do Espírito Santo (São Paulo) – O Circo da Verdadeira Alegria (Imperdível!!!)
- Brincadeiras
- Contação de história
- Pregação e Aconselhamento para famílias
- Venda de material de evangelização: CDs, DVDs, livros de histórias Bíblicas, camisetas
- Infra estrutura completa (banheiros, água, sala de apoio às mães c/ crianças de colo, praça de alimentação)

Dia 21 de agosto (domingo) das 10h às 17h (aproximadamente)

Comunidade Bom Jesus – Paróquia S. Benerdito
Av. Rio Claro s/ nº - Vila Anita – Limeira / SP


Mais Informações
Ana Paula (19) 3445.2537 / 3039.4969 ou Luciana (19) 3011.9837

15 de ago. de 2011

Selinho recebido


da minha querida Val do Cantinho da Val
Obrigada, amiga!

Gente, vou oferecer a todos vocês, parceiros na evangelização dos pequeninos!

Deus os abençoe!!!

ESTÁ CHEGANDO!!!!!



DIA DE MUITAS BENÇÃOS E GRAÇAS PREPARADAS POR DEUS PARA NÓS, SEUS PEQUENINOS!!!!
VOCÊ VAI PERDER????