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6 de set de 2010

A nossa Torrada!

Autor: Pe. Gustavo


Quando deixei a mesa naquela noite ouvi minha mãe se desculpando com meu pai por ter queimado as torradas, e nunca esperei que ele dissesse a ela: “ meu amor você sabe que eu adoro torrada queimada”. Mas à tarde naquela noite quando fui dar um beijo de boa noite no meu pai, eu perguntei se ele realmente gostava de torrada queimada e se eu gostava realmente de torrada queimada como ele tinha dito a minha mãe. Ele me envolveu nos braços  e disse: ” filho, sua mãe teve um dia muito pesado e estava realmente cansada hoje, além disso uma torrada queimada não faz mal a ninguém. A vida é assim, cheia de imperfeições e as pessoas também não são perfeitas. Eu não sou o melhor marido, o melhor empregado, e tão pouco o melhor cozinheiro, o que tenho aprendido ao longo dos anos é que é preciso aceitar as falhas alheias e relevar as diferenças, uma das chaves mais importantes para que nós tenhamos um relacionamento saudável e duradouro, além do mais uma torrada queimada não pode virar um momento destruidor”.

A história é muito sugestiva e com certeza quando a ouvimos, nos pegamos pensando em tantos momentos da nossa vida, em que nos alteramos, perdemos a paz, perdemos o prumo, porque nós também temos uma torrada queimada em nossa vida. E nessa torrada queimada ficamos imaginando, as inúmeras situações em que fomos contrariados, momentos em que as coisas não aconteceram como queríamos e que os planos não corresponderam as nossas expectativas. Nós vamos para as situações imaginando dentro de nós muitas coisas que não acontecem e depois ficamos frustrados, e então pensamos: não aconteceu como sonhei, como esperei, como planejei, e muitas vezes a vida não será do jeito que esperamos, por isso, estas palavras nos lança para mares mais profundos, coragem.

3 de set de 2010

A ÁGUIA

A águia é uma ave muito especial!
É a ave que possui a maior longevidade da espécie, e também, a que voa mais alto.
Chega a viver cerca de 70 anos.
 Mas, para chegar a essa idade, é necessário que ela passe por uma grande transformação.
Aos 40 anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão. Aos 40 anos está com as unhas compridas e flexíveis, não consegue mais agarrar as suas presas, das quais se alimenta.
O bico alongado e pontiagudo se curva. Apontando contra o peito estão as asas, envelhecidas e pesadas, em função da grossura das penas, e voar já é tão difícil !
 Então, a águia só tem duas alternativas: morrer…ou ….. enfrentar um doloroso processo de renovação, que irá durar 150 dias.

Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha, fazer um novo ninho, próximo a um paredão, onde ela não necessite voar.
Assim, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arranca-lo, sem contar a dor que irá ter que suportar.
Após arranca-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar as suas velhas unhas.
Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas, uma a uma.
E só após cinco meses sai para o famoso vôo de renovação. Então poderá viver por mais trinta anos.

Que bela lição de vida! Devemos nós seguir este exemplo.Existem momentos onde tudo parece ter chegado ao fim…mas na verdade, se como a águia, enfrentarmos com coragem, ousadia e determinação, seremos vitoriosos.

1 de jun de 2010

Cada um dá aquilo que tem de melhor


Conta-se que havia duas mulheres que eram vizinhas, mas não se falavam. Elas tinham temperamentos extremamente diferentes. A casa da Maria estava sempre cheia de pessoas, pois era uma mulher agradável e simpática. Ao contrário da casa da Antonia, que estava sempre vazia, pois era uma mulher amarga, antipática e muito chata. Este fato a deixava revoltada. Sozinha, ela pensava: “Quem esta mulherzinha pensa que é?” Certo dia, tomada pela inveja, ela resolveu dar a sua vizinha um presente nada original. Ela dirigiu-se ao seu quintal, onde havia uma criação de galinhas, encheu uma cesta de esterco, cobriu com um pedaço de pano e pediu à empregada que levasse o presente para a sua vizinha. Toda envergonhada, a empregada dirigiu-se ao portão da Maria e entregou-lhe a encomenda. Quando ela ergueu o tecido e viu o tipo de presente, sorriu, agradeceu com gentileza e convidou a empregada para tomar um cafezinho. Sem compreender, a empregada aceitou. Enquanto isso, ela dirigiu-se à lateral da casa onde havia um lindo jardim e colheu as mais lindas flores. Colocou-as em uma cesta semelhante, cobriu com um tecido de linho finíssimo e entregou à empregada, solicitando que retribuísse o presente enviado. Ao chegar a casa, a Antonia olhou para aquela cesta e começou a praguejar: “Ah! Esta mulher não sabe com quem ela mexeu!” Talvez, porque estivesse esperando algo semelhante ao presente enviado, mas qual foi a sua surpresa quando levantou o tecido e viu as mais lindas flores com um cartão que dizia: “Antonia, cada um dá o que tem de melhor”. 

Pense nisso! É possível que você tenha oferecido o melhor e tenha esperado receber algo à altura do que foi oferecido e isso não aconteceu. Entenda que ninguém pode dar o que não possui. Costumo dizer que cada um dá o que tem no coração e cada um recebe com o coração que tem. Jesus Cristo veio ao mundo para dar o que possuía de mais excelente, o seu amor e a sua própria vida, e recebeu dos homens uma cruz e uma coroa de espinhos. Mas, quando o levantaram no madeiro, Ele disse: “Pai, perdoa porque eles não sabem o que estão fazendo”. Ele continuou oferecendo o melhor independente do que havia recebido. Jesus nos ensinou a amar aos nossos inimigos e a perdoar aos nossos devedores assim como Ele nos perdoou. A falta de perdão adoece o corpo, a alma e o espírito. Então, cuide-se! A amargura, o ressentimento e o ódio são como venenos e podem destruir a vida de quem os cultiva. Livre-se deste mal! Libere a vida dos seus ofensores e seja livre em nome de Jesus. Perdoar não é esquecer, é lembrar e não sofrer. Se você tem algo melhor a oferecer, faça isto! A lei da semeadura não falha nunca. Deus vai abençoá-lo à medida que você aprender a abençoar. Não se deixe vencer pelo mal, mas vença o mal com o bem (Romanos 12.21).

21 de mai de 2010

O MIOLO DE PÃO



Conta a história que um casal tomava café da manhã no dia de suas bodas de prata.


A mulher passou a manteiga na casca do pão e o entregou para o marido,
ficando com o miolo. Ela pensou: "Sempre quis comer a melhor parte do pão,
mas amo demais o meu marido e, por 25 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje
quis satisfazer meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma
vez na vida".


Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe
disse: - Muito obrigado por este presente, meu amor.
Durante 25 anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como você sempre
gostou tanto dela, jamais ousei pedir!
Moral da história:
Você precisa dizer claramente o que deseja,
não espere que o outro adivinhe...


Você pode pensar que está fazendo o melhor para o outro, mas o outro pode

estar esperando outra coisa de você...



Deixe-o falar, peça-lhe para falar e quando não entender, não traduza
sozinho.
Peça que ele se explique melhor.

Esse texto pode ser aplicado não só para relacionamento entre casais, mas
também entre pais e filhos, entre amigos e mesmo entre colegas de trabalho.
As relações humanas seriam melhores se entendêssemos isto!!!

1 de abr de 2010


A vida é a arte do encontro embora haja tantos desencontros na vida.

Nenhum encontro nosso deveria ser estéril para aqueles que se aproximam de nós.

Temos sempre algo para dar: um pouco de alegria e muita esperança;

um pouco de verdade e muito otimismo;

um pouco de ânimo e acolhimento a este mundo desnorteado, violento, de coração vazio; cansado de frustração e tédio.

Apesar de tudo, temos sempre alguém para dar.

Que eu nunca deixe partir, no mesmo estado que encontrei, aqueles que de mim se aproximarem.

Que, ao regressarem, se sintam melhores, mais realizados, mais plenos e mais felizes.

"Num mundo que se faz deserto, temos sede de encontrar um verdadeiro amigo"


(Antoine Saint-Exupéry)

19 de fev de 2010


No sorriso de uma criança vislumbra-se um pedacinho do céu.
Estar com elas, com certeza, é se achegar mais e mais à Deus.

27 de jan de 2010

Consulte



“Consulte não a seus medos,
mas a suas esperanças e sonhos.
Pense não sobre suas frustrações,
mas sobre seu potencial não usado.
Preocupe-se não com o que você
tentou e falhou, mas com aquilo
que ainda é possível a você fazer.”


Papa João XXIII

28 de dez de 2009

Nossa luta é contra quem?

Um ermitão, uma destas pessoas que por amor a Deus se refugiam na solidão do deserto, do bosque ou das montanhas para dedicar-se somente à oração e à penitência, muitas vezes reclamava que tinha muito que fazer.

Lhe perguntaram como era possível que em sua solidão tivesse tanto trabalho.

- Tenho que domar dois falcões, treinar duas águias, manter quietos dois coelhos, vigiar uma serpente, carregar um asno e sujeitar um leão.

- Não vemos nenhum animal perto do local onde vives. Onde estão estes animais?

O ermitão então explicou:

- Estes animais todos os homens têm, vocês também...
Os dois falcões se lançam sobre tudo o que aparece, seja bom ou mau.
Tenho que domá-los para que só se fixem sobre uma boa presa. São meus olhos.

As duas águias ferem e destroçam com suas garras.
Tenho que treiná-las para que sejam úteis e ajudem sem ferir. São minhas mãos.

Os dois coelhos querem ir onde lhes agrada, fugindo dos demais e esquivando-se das dificuldades.Tenho que ensinar-lhes a ficarem quietos mesmo que seja penoso, problemático ou desagradável. São meus pés.

O mais difícil é vigiar a serpente, apesar dela estar presa numa jaula de 32 barras.
Está sempre pronta para morder e envenenar os que a rodeiam, mal se abre a jaula. Se não a vigio de perto, causa danos. É minha língua.

O burro é muito obstinado, não quer cumprir com suas obrigações. Alega estar cansado e se recusa a transportar a carga de cada dia. É meu corpo.

Finalmente, preciso domar o leão. Quer ser o rei, o mais importante; é vaidoso e orgulhoso. É meu coração. Portanto, há muito que fazer...

29 de jul de 2009

Os efeitos do abraço


Abraçar é sadio,
Melhora o sistema imunológico,
Cura a depressão,
Reduz o stress,
Induz ao sono,
É rejuvenescedor,
Não tem efeito colateral,
Abraçar é natural,
É orgânico,
Naturalmente doce,
Não tem pesticida,
Não tem preservativo,
Não tem ingredientes artificiais,
Pode ser usado sem restrições,
É praticamente perfeito,
Não tem partes adicionais,
Não precisa de baterias,
Não precisa de exames periódicos,
Tem baixo consumo de energia,
Transmite muita energia,
Não engorda,
Não tem pagamento mensal,
Não se desgasta com a inflação,
Não necessita seguro,
É a prova de roubo,
É isento de taxa,
Não polui,
É transparente e...
Tem sempre direito a troca!
O Ministério para Crianças adverte:
"Abrace seu filho hoje!"

17 de jun de 2009

Você tem experiência?

SUCESSO DE REDAÇÃO.
CARGO MERECIDO NA Wolksvagem

Você tem experiência?
Num processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam
responder a seguinte pergunta: Você tem experiência?
A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e ele com certeza será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia, e acima de tudo por sua alma.

REDAÇÃO VENCEDORA:

Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar.
Já me queimei brincando com vela.
Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto.
Já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista.
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.
Já passei trote por telefone.
Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.
Já roubei beijo.
Já confundi sentimentos.
Peguei atalho·errado e continuo andando pelo desconhecido.
Já raspei o·fundo da panela de arroz carreteiro.
Já me cortei fazendo a·barba apressado.
Já chorei ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as
mais difíceis de se esquecer.
Já subi escondido no·telhado pra tentar pegar estrela.
Já subi em árvore pra roubar fruta.
Já caí da escada de bunda.
Já fiz juras eternas.
Já escrevi no muro da escola.
Já chorei sentado no chão do banheiro.
Já fugi de casa para sempre, e voltei no outro instante.
Já corri pra não deixar alguém chorando.
Já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado.
Já me joguei na piscina sem vontade de voltar.
Já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios.
Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro.
Já tremi de nervoso.
Já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de
alguém especial.
Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.
Já apostei em correr descalço na rua.
Já gritei de felicidade.
Já roubei rosas num enorme jardim.
Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um para
sempre pela metade.
Já deitei na grama de madrugada vi a Lua virar Sol.
Já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam
novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.
Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da
emoção, guardados num baú, chamado coração.
E agora um formulário me interroga? Me encosta à parede e grita:
Qual sua experiência? .
Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência.
Experiência.. . Será que ser (plantador de sorrisos) é uma boa
experiência? Não!
Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!
Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta
pergunta:
Experiência? Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?


14 de jun de 2009

A vida em suas mãos

Conta uma história que uma jovem senhora morava com as suas duas filhas. Elas eram curiosas e inteligentes e sempre faziam muitas perguntas. Algumas a mãe sabia responder, outras não. Em meio a tantas perguntas, ela decidiu levar as meninas para a casa do avô que morava em um sítio próximo à cidade. Este, cercado de tantas perguntas diárias, decidiu levá-las para conversar com um sábio que morava no meio da floresta. O sábio respondia todas as perguntas, sem hesitar, por isso elas resolveram inventar uma pergunta que ele não soubesse responder. A irmã mais velha apareceu com uma linda borboleta azul nas mãos e a menor indagou-lhe: “O que você vai fazer?” Ela respondeu: “Vou esconder esta borboleta em minhas mãos e perguntar a ele se ela está viva ou morta. Se ele disser que está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim, qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!” As duas meninas foram ao encontro dele e a mais velha explicou: “Tenho uma linda borboleta azul em minhas mãos. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?” Calmamente, o sábio sorriu e respondeu: “Se ela está em suas mãos, só depende de você!” Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro. Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado porque temos o direito de livre escolha.

O melhor amigo

Uma fagulha, uma rajada, e um incêndio se alastra. No velho pardieiro o inferno cresce. Na fuga alucinada, a maldição em prece. A tétrica expectativa dos bombeiros. Um grito rasga a noite. Infantil, desesperado, como um açoite na alma da multidão. Mas onde coragem para a salvação de um ser que implora? Os homens se agitam, as mulheres choram, mas arriscar a vida, só o amor paterno. A criança que perece é Jaime, um menino abandonado que vende jornais nas esquinas. Pobre menino! Então, enorme como um gigante, impassível como uma estátua, um vulto se destaca. Um varredor lança-se em meio às chamas e volta com o menino nos braços, num belo exemplo de amor. Um herói! Nas mãos dilaceradas, na face contraída, em seu olhar há um brilho de felicidade. Jaime está salvo! O menino que vendia notícias é notícia nos jornais. Os repórteres fizeram a caridade publicitária e agora, o tribunal decide o destino da criança renascida. Levanta-se um casal. “Podemos dar-lhe um lar, senhor Juiz! Nós somos ricos, não temos filhos! Ele terá dinheiro, viagens, colégios. Ele será feliz! Ah! Jaime sonha boquiaberto. “Meu Deus! Um lar, papai, mamãe, brinquedo, cobertor, conforto”. Ele que vivia meio morto, dormindo ao relento, quase pedindo esmolas. Mas da platéia levanta-se a rude voz do varredor de ruas. “Senhor juiz, eu quero o menino!” Ah! Vê-se a reprovação em cada olhar. Ele sabe que vai perder, mas sorri com esforço, contraindo a horrível cicatriz no rosto. Estende para o menino as mãos cobertas de ataduras. Jaime, emocionado ao ver as mãos indaga: “O que foi? Quem machucou você? Por que teu rosto é assim? Por que?” E como se dissesse a coisa mais natural do mundo, responde o varredor de rua: “São as marcas do meu amor. Foi o fogo quando eu salvei você!”A criança esquece o tribunal, os futuros pais ricos, o juiz que lhe pede silêncio e lança-se ao pescoço do homem que enfrentara a morte, e que não temera o fim, e grita entre soluços: “Senhor juiz, me deixa ir com ele. Eu o amo. Ele sofreu por mim!” É a criança mais feliz do mundo! Não terá dinheiro, viagens, colégios, nada. Mas terá um grande amigo, o melhor presente para o coração! Agora eu quero falar contigo porque sinto o teu drama. Eu sei que o mundo te chama, e tudo, tudo o que ele te oferece é mais forte que a tua fé. Talvez uma mulher bonita, que numa frase maldita te oferece prazer e emoção. Talvez o dinheiro fácil e o orgulho que te domina, o vício que te assassina e corrompe o teu coração. Seja qual for a tua história, eu só te aponto um caminho. Vai amigo, sobe o Calvário sozinho e contempla ali aquela cruz. Aquela maior, a do meio, porque é nela que morre e é daquela que escorre o sangue santo de Jesus. Escuta cá embaixo, ocultando a fama, o vício, a ruína e o prazer, lá do alto da colina, Jesus a te dizer: “As feridas das minhas mãos são as marcas do meu amor. Para arrancar-te do inferno e para dar-te gozo eterno, Eu aceitei toda a dor. Foi por amor que eu derramei o meu sangue, rasgando a cortina que ocultava o céu. Eu morri por teu pecado e foi só por ele que eu fiquei marcado. Mas o céu é teu. Eternamente teu!”Agora faça a tua escolha amigo, entre os bens da terra e a graça de Jesus. Mas, lembra-te antes: as duas mãos marcadas, feridas, dilaceradas por teu pecado, sangrando lá na cruz. Por isso escolhe hoje receber Jesus. Ele é o único caminho que conduz a Deus (João 14.6). Autor desconhecido

Nós colhemos aquilo que plantamos

Conta uma história que certo ancião foi viver com seu filho, sua nora e o netinho de apenas cinco anos. Devido à idade bastante avançada, suas mãos tremiam muito e a sua visão era embaralhada, o que tornava muito difícil o ato de comer. Era comum vê-lo tentar se alimentar sozinho e derrubar o alimento por causa dos tremores e da pouca visão. Num determinado dia, durante o almoço, o velho homem derrubou várias vezes a comida e ao tentar beber o suco, virou o copo sobre a mesa. A bagunça irritou fortemente seu filho e nora. Eles disseram: “Nós temos que fazer algo em relação ao vovô, pois já tivemos bastante comida derramada pelo chão”. Assim, eles prepararam uma mesa pequena e o colocaram sozinho no canto da sala. Por ele ter quebrado um ou dois pratos, sua comida passou a ser servida numa tigela de madeira. Às vezes, o casal olhava de relance na direção do vovô, e percebia que havia lágrimas em seus olhos, mesmo assim, as únicas palavras que dirigiam para ele eram duras advertências por causa da comida derramada. O neto observava tudo em silêncio. Uma noite, antes da ceia, o casal notou que seu filho estava brincando no chão com sucatas de madeira. O pai perguntou docemente para a criança. “O que você está fazendo, filhinho?” Em sua simplicidade e inocência, ele respondeu: “Eu estou fabricando uma pequena tigela para você e a mamãe comerem sua comida quando eu crescer”. Ele sorriu e voltou a brincar, mas aquelas palavras golpearam os duros corações daqueles pais. Por um instante, eles permaneceram mudos, enquanto as lágrimas rolavam em seus rostos. Eles sabiam exatamente o que tinham feito e o que deveriam fazer. Naquela noite, o filho arrependido pegou o pai pelas mãos, e com suavidade, o conduziu à mesa, e pelo resto de seus dias, ele comeu junto de sua família. Esta história nos faz pensar na importância de selecionarmos cuidadosamente as sementes que lançamos pelo caminho. A Palavra de Deus afirma que “tudo o que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6.7). Em outras palavras, a sua vida foi, é e sempre será aquilo que você mesmo a tornar. Se você deseja colher amor, plante-o na vida de outras pessoas. Faça para elas aquilo que você gostaria que elas fizessem para você! Semeie amor e você colherá amor, semeie desprezo e você colherá desprezo, inevitavelmente. As leis do retorno e da semeadura são bíblicas e funcionam. Pratique-as e ensine-as para os seus filhos. As crianças são notavelmente perceptivas, puras e simples. Quando elas nos vêem semeando a paz e harmonia dentro de nossos lares, elas imitarão esta atitude pelo resto de suas vidas. Salomão escreveu: “Ensina a criança no caminho que deve andar e quando envelhecer ela não se desviará dele” (Provérbios 22.6). Uma semana abençoada para você e sua família.

10 de jun de 2009



Já pensou em como Deus oraria o Pai Nosso ?. . . Talvez fosse mais ou menos assim:
"Meu filho que estás na Terra.
Preocupado, solitário, desorientado.
Eu sei perfeitamente teu nome, e o pronuncio santificando-o, porque te amo. Não estás só.

Te oferecerei a benção de habitar um plano onde juntos construiremos o Meu Reino. Do qual tu serás o herdeiro.

Agrada-me que faças a minha vontade. Porque a minha vontade é que tu sejas feliz, tanto nas tuas vivências na Terra, quanto na construção do céu em teu coração.

Conta sempre comigo e terás o pão para hoje. Não te preocupes. Peço-te somente que o compartilhes com teus irmãos do caminho.

Sabes que te perdôo de todas as tuas ofensas, inclusive antes que as cometas. Porque espero que faças o mesmo com aqueles que te ofendem.

E assim aprendas a nunca cair em tentação. Agarra-te com força em minha mão e Eu te livrarei do mal.

Te amando hoje e sempre. Assim se faça."

OPORTUNIDADES


Alagados, em Recife, é abaixo do nível do mar, dizem. Ali vivia Severino, homem íntegro e trabalhador, vendedor ambulante nas feiras, e tinha muita fé em Deus. Muita fé, mesmo.
Certa ocasião, houve um comentário na feira onde ele trabalhava que viria uma tremenda enchente, segundo alguém teria ouvido a previsão de tempo numa rádio local. Logo mais a notícia se confirmou, oficialmente. Houve grande preocupação, nem poderia ser diferente. Já com a previsão acertada, os cientistas comunicaram as autoridades competentes, e começaram os preparativos à contingência.
A prefeitura mandou equipes com auto-falantes nas feiras e nas ruas, avisando da enchente que aconteceria na próxima semana, e que as pessoas que morassem no Baixio - Severino inclusive - deixassem suas casas e fossem para o local indicado e que daria guarida àquelas pessoas. Severino tinha muita fé em Deus e ficou rezando, os outros foram para o local seguro.
A chuva prevista começou, e novamente passa a perua da prefeitura avisando que no dia seguinte o Baixio e suas casas estariam alagadas. Severino tinha muita fé em Deus, continuou orando, a chuva aumentando. Ficara só ele na sua casinha, rezando sempre. As águas começaram a subir, subir, e ele teve que ir na varanda e subir numa mesa, depois subir no telhado apoiado em alguma coisa sólida, e as águas subindo. Nisso, passa o Corpo de Bombeiros de barco, fala a Severino do perigo iminente, convidando-o a subir no barco. Mas Severino disse que tinha muita fé em Deus, apesar da perigosa enchente, e dispensou os salva-vidas. A água subia cada vez mais.
Com a água já acima do pescoço, em situação insustentável, lá vem um helicóptero do governo, pois sabiam do Severino e da sua fé. Que nada, ele não aceitou ajuda, alegando que tinha mesmo muita fé em Deus, apesar das dificuldades para gritar isso aos socorristas. A água subiu mais e Severino morreu afogado.
Foi ao Céu, pois era homem de bem. Chegando lá, fulo, foi reclamando, dizendo que queria falar diretamente com Deus, pois ele tinha muita fé e mesmo assim morrera afogado. Foi atendido, e ele perguntou a Deus:
- Senhor, eu sempre tive muita fé no Senhor, muita fé mesmo, e o Senhor deixou eu morrer afogado. Posso saber por que? Ao que o Todo-Poderoso responde-lhe:
- Severino, Severino, eu mandei espalhar a notícia nas feiras, mandei auto-falantes avisando, mandei barco para salvar você, e por fim mandei até um helicóptero. Claro que ouvi suas preces. Mas você não soube aproveitar as oportunidades, Severino.

31 de mai de 2009

O Cavalo e o Porco


Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo.
Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:
- Bem, seu cavalo está com uma virose, precisa tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.
Neste momento, o porco escutava toda a conversa. No dia seguinte deram o medicamento e foram embora.
O porco se aproximou do cavalo e disse:
- Força amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado!
No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:
- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer ! Vamos lá, eu te ajudo a levantar... Upa!
No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse :
- Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.
Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:
- Cara, é agora ou nunca, levanta logo! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar! ótimo, vamos um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai... Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa!!! Você venceu Campeão!
Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:
- Milagre! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa... 'Vamos matar o porco!'
"Assim também vós, depois de terdes feito tudo o que vos foi ordenado, dizei:
Somos servos como quaisquer outros; fizemos o que devíamos fazer".
São Lucas 17,10

28 de mai de 2009

Para pensar...

Imagine que é uma típica tarde de sexta - feira e você está dirigindo em direcção à sua casa. Você sintoniza o rádio. O noticiário está falando de coisas de pouca importância. Você ouve que numa cidadezinha distante morreram 3 pessoas de uma gripe, até então, totalmente desconhecida. Não presta muita atenção ao tal acontecimento e esquece o assunto.
Na segunda-feira, quando acorda, escuta que já não são 3, mas 30.000, as pessoas mortas pela tal gripe, nas colinas remotas da Índia. Um grupo do Controle de Doenças dos EUA foi investigar o caso.
Na terça-feira, já é a notícia mais importante, ocupando a primeira página de todos os jornais, pois já não é só na Índia, mas também no Paquistão, Irã e Afeganistão. Enfim, a notícia se espalha pelo mundo. Estão chamando a doença de " La Influenza Misteriosa ", e todos se perguntam: Que faremos para controlá-la? Então, uma notícia surpreende a todos: A Europa fecha suas fronteiras. A França não recebe mais vôos da Índia, nem de outros países dos quais se tenham comentado de casos da tal doença. Por causa do fechamento das fronteiras,você está ligado em todos os meios de comunicação, para manter-se informado da situação e, de repente, ouve que uma mulher declarou que num dos hospitais da França, um homem está morrendo por causa da tal "Influenza Misteriosa". Começa o pânico na Europa. As informações dizem que, quando você contrai o vírus, é questão de uma semana de vida. Em seguida, as pessoas têm 4 dias de sintomas horríveis e morrem. A Inglaterra também fecha suas fronteiras, mas já é tarde.
No dia seguinte, o presidente dos EUA fecha também suas fronteiras para Europa e Ásia, para evitar a entrada do vírus no país, até que encontrem a cura.
No dia seguinte, as pessoas começam a se reunir nas igrejas, em oração pela descoberta da cura, quando, de repente, entra alguém na igreja, aos gritos: " Liguem o rádio! Liguem o rádio! Duas mulheres morreram em Nova York !". Em questão de horas, parece que a coisa invadiu o mundo inteiro.Os cientistas continuam trabalhando na descoberta de um antídoto, mas nada funciona.
De repente, vem a notícia esperada: conseguiram decifrar o código de DNA do vírus. É possível fabricar o antídoto! É preciso, para isso, conseguir sangue de alguém que não tenha sido infectado pelo vírus. Corre por todo o mundo, a notícia de que as pessoas devem ir aos hospitais fazer análise de seu sangue e doar para a fabricação do antídoto. Você vai de voluntário com toda sua família, juntamente com alguns vizinhos, perguntando-se, o que acontecerá. Será este o final do mundo?
De repente, o médico sai gritando um nome que leu em seu caderno. O menor dos seus filhos está ao seu lado, se agarra na sua jaqueta, e lhe diz:Pai? Esse é meu nome! E antes que você possa raciocinar, estão levando seu filho, e você grita: "Esperem!" E eles respondem: "Tudo está bem!
O sangue dele está limpo, e é sangue puro. Achamos que ele tem o sangue que precisamos para o antídoto." Depois de 5 longos minutos, saem os médicos chorando e rindo ao mesmo tempo. E é a primeira vez que você vê alguém rindo em uma semana.
O médico mais velho se aproxima de você e diz: - "Obrigado, senhor! O sangue de seu filho é perfeito, está limpo puro, o antídoto finalmente poderá ser fabricado." A notícia se espalha por todos os lados. As pessoas estão orando e rindo de felicidade. Nisso, o médico se aproxima de você e de sua esposa, e diz: -"Posso falar-lhes um momento? Não sabíamos que o doador seria uma criança e precisamos que o senhor assine uma autorização para usarmos o sangue de seu filho."
Quando você está lendo, percebe que não colocaram a quantidade de sangue que vão usar, e pergunta: "Mas, qual a quantidade de sangue que vão usar?"
O sorriso do médico desaparece e ele responde:
- "Não pensávamos que fosse uma criança. Não estávamos preparados.... Precisamos de todo o sangue de seu filho...
"Você não pode acreditar no que ouve e trata de contestar:
"Mas...mas..." O médico insiste:
-"O senhor não compreende? Estamos falando da cura para o mundo inteiro! Por favor, assine! Nós precisamos de todo o sangue!"
Você, então, pergunta:
-"Mas vocês não podem fazer-lhe uma transfusão?"
E vem a resposta:
"Se tivéssemos sangue puro, poderíamos. Assine! Por favor, assine!”
Em silêncio, e sem ao menos poder sentir a caneta na mão, você assina. Perguntam-lhe:
-"Quer ver seu filho agora?" Ele caminha na direção da sala de emergência onde se encontra seu filho, que está sentado na cama, e ele diz:
-"Papai!? Mamãe!? O que está acontecendo?" O pai segura na mão dele e fala:
-"Filho, sua mãe e eu lhe amamos muito e jamais permitiríamos que lhe acontecesse algo que não fosse necessário, você entende?”
O médico regressa e diz:
-"Sinto muito senhor, precisamos começar, gente do mundo inteiro está morrendo, o senhor pode sair?"
Nisso, seu filho pergunta: -"Papai? Mamãe? Por que vocês estão me abandonando?"
E na semana seguinte, quando fazem uma cerimônia para honrar o seu filho, algumas pessoas ficam em casa dormindo, e outras não vêm, porque preferem fazer um passeio ou assistir um jogo de futebol na TV...
E outras veêm, mas como se realmente não estivessem se importando. Aí você tem vontade de parar e gritar:
- MEU FILHO MORREU POR VOCÊS!!! NÃO SE IMPORTAM COM ISSO?
Talvez isso é o que DEUS nos quer dizer:
-MEU FILHO MORREU POR VOCÊS!!! NÃO SABEM O QUANTO EU OS AMO?
É curioso como é simples para algumas pessoas debocharem de Deus, e dizer que não entendem como o mundo caminha de mal para pior.
É curioso como acreditamos em tudo aquilo que lemos nos jornais, mas questionamos as palavras de Deus.
É curioso como todos querem ir para o Céu, mas nada fazem para merecê-lo.
É curioso como as pessoas dizem: "Eu creio em Deus!", mas com suas ações, mostram totalmente o contrário.

27 de mai de 2009




Há pessoas que desejam saber só por saber, isso é curiosidade;

outras, para enriquecerem com a sua ciência, e isso é um negócio torpe;

outras, para serem edificadas, e isso é prudência;

outras, para edificarem os outros, e isso é amor.


S. Tomás de Aquino